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Como blindar sua carreira para as turbulências desse ano?

Começamos o ano com notícias econômicas bem complicadas, incluindo aumento da luz, gasolina, do IOF, retirada de subsídios, empresas preocupadas e o risco de desemprego rondando no ar. Com certeza teremos um 2015 complicado em vários aspectos.


Nunca foi tão necessário e realmente urgente você ter tempo para investir na sua carreira ou em um plano B de vida. Em momentos de turbulência, sobrevivem os mais preparados, os que geram mais resultado e aqueles que sabem realmente agregar valor. Você não é pego de surpresa se está preparado para eventualidades. Só que a maioria das pessoas só pensa nisso na última hora ou quando já é tarde demais. Por isso, pense em algumas coisas para turbinar sua carreira nesse ano:


1 – Tenha clareza do que é importante para você – Gente infeliz não consegue resultados, engajamento e motivação para fazer acontecer. Se não está legal para você, mude, busque alternativas, converse com seu gestor, comece a pensar em uma vida empreendedora, etc. Pare e reflita sobre o que que faz sentido na sua vida e o que não faz, pois saber o que importa ajuda a tomar boas decisões quando se faz necessário.


2 – Aumente seu valor agregado –
Como você pode agregar mais valor para a sua equipe? Para o seu trabalho? Para a sua empresa? Tem alguma coisa que possa ser melhorada na rotina? Uma nova forma de diminuir custos? Pense em estratégias para melhorar o seu “micro ambiente” com reflexos no “macro ambiente”. Esse tipo de ação aumenta o valor que você gera para sua equipe, sua empresa.


3 – Pense dia e noite no seu Plano B – Se hoje você perder tudo que tem, o que faria? Se você não tem um Plano B, vai ficar desesperado. Esse plano inclui reservas financeiras, oportunidades de carreira a serem exploradas ou uma carreira empreendedora. Pense em duas ou três possibilidades de uma segunda carreira e deixe na gaveta.


Esses e outros temas eu vou tratar com você no curso Segunda Carreira, feito para quem quer melhorar sua carreira atual ou começar a empreender. O curso será gratuito nessa edição no site www.segundacarreira.com.br.

 

Não deixe para última hora. Carreira é uma tarefa constante, que precisa sempre de ajustes, mudanças e upgrades.

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Coworking funciona para todo mundo?

Nos últimos anos, começaram a pipocar espaços de coworking, um modelo de trabalho onde você compartilha recursos entre diversas empresas em um mesmo espaço, com tipos de pagamento extremamente flexíveis. Startups, empreendedores solo e pequenas empresas estão entre os principais clientes desse padrão de escritório. Existem diversas vantagens nessa fórmula adotada, como: preço, agilidade e o networking criado entre pessoas de diferentes áreas e segmentos.

As vantagens parecem sedutoras, mas as desvantagens também são grandes. Eu já tinha ouvido de diversos amigos e empresários que usam coworking o lado positivo e o negativo, mas em minha última viagem, eu experimentei por alguns dias trabalhar neste formato.

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Minha opinião é que, simplesmente, é improdutivo. Um ambiente de coworking, teoricamente, “estimula a colaboração”, porém no fundo o que acontece é o estímulo a interrupção. Acho que estimula pessoas improdutivas a estragarem a produtividade daquelas que são produtivas, com interrupções constantes, brincadeiras e distrações de toda a espécie.

Imagine que você é uma pequena empresa, com dois funcionários e está tentando desenvolver seu negócio. Como você cria uma cultura em um ambiente com múltiplas culturas interagindo? Como você consegue manter o foco do time se de repente um grupo de outra empresa levanta e começa a comemorar uma venda? Como reter talentos em um lugar onde você tem uma feira de empregos ao redor? Como ser produtivo com tantas coisas acontecendo?

Conversando com as pessoas que partilhavam daquele local perguntei sobre seus projetos e como andavam os prazos. Todos que falei, sem exceção, estavam atrasados em relação ao cronograma ou tendo que trabalhar longas horas para fazer acontecer.

Claro que sempre tem como comprar um headphone com isolamento acústico, mas acho que isso todo dia acaba cansando. Eu nunca teria uma empresa em um espaço de coworking, simplesmente não condiz com minhas crenças.

Em um escritório aberto é difícil de manter a concentração, imagina em um escritório aberto com pessoas de diferentes objetivos, estratégias, modelos mentais, culturas, etc. Não é fácil, precisa além de gostar desse tipo de interação, ter a capacidade de funcionar em ambientes assim. Claro que tem muita gente que funciona bem, mas com certeza está longe de ser a maioria.

Foco é a moeda mais valiosa hoje em dia, quem consegue manter seu foco, faz mais com menos. É trabalhar de forma mais inteligente e não com mais esforço. Não é porque você usa um escritório privativo para sua empresa, que você não vai inovar, co criar ou ter ideias diferentes. Inovação não vem apenas do ambiente, está em todos os lugares.

O próprio conceito de escritórios abertos que já vem de algumas décadas. Em diversas pesquisas já se provou que ele não estimula tanto a comunicação como achavam que ia acontecer, além de piorar o estresse e a produtividade corporativa. Tanto que hoje está na moda, dentro das empresas, as salas de concentração. Será uma volta ao passado ou apenas uma constatação do óbvio?

E você, já trabalhou em coworking? Sofre com distrações em espaços abertos? Vamos continuar essa conversa no blog.

Até a próxima!

Como anda a sua carreira?

Uma das coisas que mais tenho ouvido ultimamente é a reclamação de profissionais, que olhando de fora, parece que a carreira está de vento em polpa: cargo legal em uma multinacional, bônus no final do ano, possibilidade de crescimento profissional, etc. Porém a verdade é que não há felicidade, e obviamente por consequência não há engajamento e o resultado fica comprometido para ambas às partes.

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Foi-se o tempo que salário era o fator definitivo para uma carreira ser classificada como excelente, hoje são tantos fatores e variáveis que a coisa está muito confusa. Existe o time das pessoas que não sabe se está feliz, mas tem a certeza de que ainda não alcançaram o ápice do seu talento. Existe o time das pessoas que estão completamente infelizes e estão desesperadamente procurando o plano B. E ainda temos o time dos contentes, que nem pensam em mudar nada e só querem aproveitar a boa fase, esse último sem dúvida em menor número.

Mudar de carreira ou melhorar sua carreira é algo que precisa ser bem pensando, que precisa de tempo e planejamento. Precisa levar em conta suas aptidões, seus pontos fortes, seus talentos naturais. Descobrir algo que não só você goste de fazer mas que tenha um retorno financeiro também. E isso pode ser dentro até da própria empresa que está hoje.

Algumas pessoas já pensam em mudar totalmente, criar um plano B, C ou D. Mudar de País, de segmento de atuação, virar empreendedor ou entrar em um período sabático para decidir o que fazer.

Recentemente, um cliente nossa da TriadPS, pediu uma palestra sobre o tema: “Tempo para Reinventar a carreira”, que foi dada a um grupo de 200 profissionais. Jogo aberto, limpo e com as possibilidades na mesa. O objetivo era ajudar as pessoas a refletirem sobre seus talentos, engajamento e como poderiam ajudar a empresa a unir todas essas coisas. Tivemos um bom resultado, saiu quem precisava sair e ficou quem realmente estava afim.

Quero voltar nesse assunto em breve, porém com dados, estou fazendo uma rápida pesquisa sobre o tema de carreira. Como anda a sua? Conta pra mim? A pesquisa leva uns 3 minutos para ser respondida: http://goo.gl/wb3glf e quem responder, poderá participar gratuitamente de uma palestra online sobre o resultado desse levantamento no final do ano. Não deixe de compartilhar esse e-mail com seus colegas de trabalho!

Por que não tomamos decisões?

Nosso governo é o melhor exemplo do impacto que a falta de uma eficiente tomada de decisão gera. Em 2001, o então deputado Luiz Antônio Fleury, apresentou uma proposta que tratava de estabelecer votação aberta nos três níveis do legislativo. Depois de uma série de tramitações, falta de decisões e empurra com a barriga, a câmara dos deputados aprovou por unanimidade (que incrível né?) essa proposta. Agora falta passar pelo Senado. Estamos falando de mais de 12 anos para uma decisão tão importante ser tomada. Se não fosse isso casos como o do deputado “cara de aço”, Natan Donadon não estariam nem sendo discutidos.

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Só que essa cultura não é só privilégio do governo, empresas de todos os tamanhos, também sofrem do mesmo mal. São assuntos que se arrastam por reuniões intermináveis. Decisões que são “compartilhadas” até que ninguém mais é dono e fica por isso mesmo e assim por diante.

Existem vários fatores que empacam as decisões, mas alguns são bem típicos:

1 – Falta de autonomia para decidir

Tem líder, empresa ou processo que simplesmente não dá autonomia necessária para que as pessoas tomem as próprias decisões. Isso pode ser para controlar risco, para gerenciar mais de perto processos ou pelo simples fato de um “ego grande”. Alguns líderes não conseguem conviver com a ideia de que alguém tome a decisão por eles, mas é claro que isso não acontece em nenhum lugar que você conhece.

2 – Falta de coragem para decidir

Algumas pessoas tem a autonomia para tomar a decisão, mas não conseguem ter coragem de decidir por si próprios. Preferem chamar outras pessoas para compartilhar a decisão, o que não é de todo ruim, porém isso na maior parte dos casos acaba se arrastando por muito tempo.

3 – Excesso de opções

Quanto mais opções, informações e conteúdo, mais difícil de decidir. Se você quer fazer a reforma da sua casa e pede para seis empresas fazerem orçamento, a sua decisão vai ser muito mais demorada do que se você fizesse apenas três orçamentos. Quanto mais opções, mais dúvidas geramos. Por isso, limitar suas opções é um fator de extremo bom senso para a decisão acontecer.

4 – Necessidade de brilho pessoal

Algumas decisões não são tomadas, pelo simples fato de que o cara que poderia decidir, prefere que todo mundo pense no assunto, bata a cabeça, faça um monte de reuniões, levantamentos, gaste muito tempo e dinheiro. Até que chega um belo dia que o “super decisor” aparece com a decisão mágica, que ele provavelmente já sabia desde o primeiro minuto. Já presenciou algum acontecimento como esse?

5 – Falta da gestão de “milestones”

Muitas decisões não são tomadas, porque as pessoas simplesmente esquecem que precisavam tomar. Você, por exemplo, pede cotação de preço de alguma coisa, vai recebendo as propostas por email ao longo dos dias e vai tocando a vida. Muita gente se esquece do que tinha pedido, como não tinha nenhuma “urgência”, vai arrastando o assunto e a decisão não é feita. Colocar uma tarefa de quando deve ser a decisão ajuda a limitar o tempo e por consequência realizar a decisão.

6 – Preguiça

E por último, mas não menos incomum, temos a famosa preguiça Vamos deixando. E em muitos casos a decisão não é tomada. Só que não tomar nenhuma decisão, já é uma decisão: a de negligenciar. Coisa que infelizmente nosso País está meio de saco cheio, não é verdade?

Sua carreira está pronta para uma tempestade?

Não sei se vocês estão acompanhados os indicadores econômicos, mas nos últimos meses a coisa tem ficado difícil para o Brasil. Fora a inflação que já vem preocupando o governo há um tempo, temos a alta de juros que tem previsão de manter essa tendência ao longo do ano, um PIB ridículo novamente deve acontecer esse ano, a alta do dólar está começando a prejudicar o mercado (apesar da Dilma dizer que “tem bala na agulha” para conter o dólar) e indícios que a Petrobrás não vai conseguir por muito tempo segurar o preço da gasolina, indicam momentos turbulentos pela frente.

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Infelizmente nosso governo de última hora (e os anteriores também), não fez e não está dando a devida importância para as reformas que deveriam ser feitas, para o aperto nas contas públicas, para conter a corrupção e mais uma infinidade de problemas. Com isso estamos na mão de Deus, da força de vontade de nosso povo e também na persistência dos empresários. Circulando por médias e grandes empresas, o que se ouve é que alguns cortes começaram a ser feitos o que deve começar a impactar negativamente a nossa economia nos próximos meses.

Economia não é meu forte nem especialidade, porém em todo momento de risco existe um monte de oportunidades. Para quem está preparado. Para quem dedica tempo para aprender a gerar valor no seu emprego, na sua empresa. Ao invés de sair e ficar chorando ou olhando de camarote o que está acontecendo, o que você está fazendo para evitar que o “PIC – Produto Interno da sua Carreira” não seja um “piquinho”?

Se seu tempo está só focado em sobreviver, na primeira marola, você vai estar cansado de nadar e pode se afogar. Agora se você está se preparando, com cursos, desenvolvendo seu networking, desenvolvendo projetos de alto impacto para a organização, você tem muitas oportunidades pela frente. Contra resultados reais não há argumentos.

Pense hoje o que sua carreira precisa fazer para estar preparada para os bons momentos e para os maus momentos também. Hoje é o dia de começar as suas “reformas” e seus “aprimoramentos” para que não fique como o governo: correndo atrás do prejuízo, sempre na urgência.

7 formas de detonar sua carreira

Já parou para pensar nas coisas que aos poucos podem destruir sua carreira? Tem gente que investe um tempo desenvolvendo certas “competências” para se “auto detonar”. Existem pequenas coisas que fazemos que são tão tóxicas para a carreira quanto camarão para quem tem alergia. Pincei algumas para esse post:

Falta de comunicação – Quem não se comunica, delega com mais dificuldade, não é claro em suas posições gerando ruído nas atividades, além disso, perde a confiança e credibilidade perante seus pares. Uma comunicação aberta, produtiva e honesta é essencial desde simples delegações, reuniões até negociações que fazemos todos os dias em nosso trabalho.

Não desenvolver networking – Ninguém chega a lugar algum sozinho, por mais inteligente e brilhante que seja. A habilidade de criar e manter relacionamentos, profissionais e pessoais é essencial para quem quer desenvolver uma carreira de sucesso.

Ser incapaz de fazer apresentações – Sabe uma característica comum que executivos e líderes de sucesso tem em comum? Habilidade de fazer apresentações! Sejam públicas ou privadas. Não precisa ser perfeito nem estar totalmente confortável com a situação, o importante é fazer. Já vi gestores perderem oportunidades de crescer na carreira, pelo fato de não serem capazes de apresentar projetos dentro da própria empresa.

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Ser desleal – Existem certos valores que não precisam ser discutidos, mas tem gente que faz de tudo para crescer a qualquer custo. Quem acha que vale derrubar o outro para subir, uma hora vai ter um retorno. O mundo é pequeno demais e hoje em dia, rápido. Ser íntegro, leal, honesto são coisas que deveriam ser indiscutíveis.

Achar que sabe tudo – Se você acha que sabe tudo e não precisa aprender, você descobriu a forma perfeita de enterrar sua carreira. Aprender é uma constante, nunca acaba. Eu tive a maior lição de humildade e sabedoria da minha vida, quando o CEO da Toyota se dispôs a passar 4h comigo para um treinamento de produtividade. Ele não estava apenas aprendendo a ser produtivo, estava dando uma lição de como liderar: pelo próprio exemplo.

Marcar território – Depois que meu filho ganhou umas porquinhas da índia, meu gato começou a fazer xixi fora do lugar e principalmente na areia das porquinhas. O veterinário disse que ele estava marcando território, dizendo que ali ele é o rei. Não vi melhor exemplo do que esse. Com certeza você conhece pessoas que “marcam território” no trabalho, que fazem coisas estúpidas ou inexplicáveis só pelo fato de querer dizer quem manda ou quem esta ali há mais tempo.

Improdutividade – Sem dúvida uma coisa que deixa uma marca na carreira é a falta de produtividade. É aquela pessoa que não entrega, que está sempre atrasada, cheia de e-mails, desorganizada, perdida e que coloca todo mundo na urgência. Você chamaria uma pessoa assim para gerenciar uma equipe?

Competências são desenvolvidas com treinamento, mentoring, coaching, atitudes e oportunidades. Você cria padrões de comportamento que dizem muito sobre você e sobre sua carreira. Pare para pensar, será que a sua carreira estacionou porque a empresa não enxerga você ou será que são as suas competências que estão enterrando você na areia?

Crie tempo para aprender

O mercado está cheio de vagas, o problema é preencher as vagas com gente boa. O que acaba acontecendo é o conformismo. As empresas contratam pessoas para “tapar buracos” com um baixo de nível de competência e alto nível de petulância. Estamos repletos de “King of Black Cocada” (reis da cocada preta) que se acham mais que tudo e não são capazes de redigir um e-mail corretamente, pensar ao invés de seguir alguém, de ter uma ideia ao invés de copiar, de ter um pensamento crítico bem formulado sobre algo. De gerar resultados de fato ao invés de só enrolar.

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Com certeza você conhece alguém assim na mesa do lado, no cliente, no fornecedor, talvez esse alguém seja você mesmo. E o mais interessante desse quadro é que muitas pessoas não fazem isso por mal, é por medo mesmo, de perder o emprego, de arriscar, de ousar, de não saber o que fazer.

Infelizmente não é apenas no vídeo game, no bar, na badala, na TV que vamos melhorar. Lazer é fundamental e precisa estar presente, mas é preciso também investir seriamente seu tempo na carreira, no estudo, no desenvolvimento, no futuro.

Comece fazendo uma matemática simples: quantos livros você lê por mês? Quantos cursos faz por ano? Quantas palestras assiste? Quantas revistas você assina e lê? Quantos blogs lê de verdade? Se a conta deu menos que três é preciso se preocupar.

Arrume tempo para ler, para investir em você! Não ache uma desculpa, ache formas de fazer isso:

  • Compre pelo menos um livro HOJE para ler nos próximos 60 dias, coloque esse livro no banheiro, no carro, do lado cama, no escritório, na bolsa e aproveite cada minuto que sobrar para ler
  • Assista mais cursos ou palestras online, vários deles tem a opção de baixar o áudio, grave no pen drive e coloque no seu carro, no seu celular ou em qualquer lugar que possa ouvir enquanto não pode fazer mais nada.
  • Escolha um curso para fazer nos próximos seis meses, seja online ou presencial, mas procure algo que possa ajudar você a pensar fora da caixa ou melhorar sua carreira atual
  • Escolha um blog para ler e selecione três artigos para ler nos próximos 10 dias, se for o caso mande para o seu celular esse texto para ler no trânsito
  • Procure almoçar, happy hour ou mesmo tomar um café com pessoas do seu networking que ajudem você a aprimorar suas competências ou a ter insights

Se concordar com essa ideia do post, compartilhe com seus colegas, vamos ajudar o mundo a ter mais gente legal, inteligente, que ajude nossas empresas e País a prosperarem com sabedoria e qualidade.