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Um melhor desempenho pode vir do fracasso

Olá! Hoje eu estou republicando um artigo do Rodolfo Araújo, que é um especialista em negiações e persuasão. Fala um pouco sobre aceitarmos os erros da vida e entendermos que de grandes fracassos podemos ter grandes vitórias. Espero que gostem.

Certa vez li um experimento muito interessante sobre a forma como pessoas avaliam os fracassos de uma empresa. Nele, os voluntários recebiam a descrição de uma companhia fictícia, que acabara de passar por um ano difícil em suas operações, apresentando resultados abaixo do resto do mercado.

A pesquisa recaía, então, sobre a maneira como cada uma das empresas explicava o que havia acontecido: metade dos participantes recebia a parte do relatório anual de performance justificando o fraco desempenho com fatores ambientais, isto é, recessão da economia, concorrência asiática, queda nas margens e outras criativas formas de tirar o seu da reta.

A outra metade lia outra explicação para o mau ano: problemas internos tais como a adoção de uma estratégia equivocada, uma aquisição mal feita ou o foco num segmento de mercado incompatível.

A tarefa dos participantes do estudo era ir direto ao ponto: determinar um preço para a ação da companhia. Surpreendentemente, a empresa que trazia para si as responsabilidade para seu mau desempenho tinha uma avaliação superior à que terceirizava a culpa.

A explicação dos pesquisadores para o resultado foi inequívoca: a empresa que admite suas falhas demonstra que as identificou e, ainda mais importante, tem algum controle sobre o que realmente influencia sua performance. Melhorar o desempenho passa a ser, assim, uma questão de trabalhar mais e melhor.

Já aquela que justifica as causas do fracasso com circunstâncias do ambiente revela, por sua vez, não estar no controle da situação e, por isso, resultados futuros também serão obra do acaso.

A conclusão já seria importante para entender alguns aspectos do mundo corporativo, mas seu alcance pode ser ainda maior. Ela pode ser valiosa, também, na sua vida pessoal.

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Por que você continua achando que tudo de ruim que lhe acontece é culpa do mundo, da vida, das circunstâncias, do azar? E se a culpa é do mundo – porque algumas coisas realmente são! -, será que você não tem nenhum controle sobre aquilo que lhe acontece?

Confesso que acho péssimo ter que admitir meus próprios erros. Encarar o fracasso de frente, sorrir para ele e dizer: "Oi, você é obra minha." Depois da ressaca moral, contudo, você tem a chance de dizer adeus.

É bem diferente de olhar para o fracasso e ver um estranho, sem saber quem ele é ou de onde apareceu. É bem diferente de dizer: "Olá, estranho, tudo bem? Vamos ser amigos? Vamos nos ver mais vezes? Passa aqui outro dia qualquer…"

fonte: http://www.olideracidental.com.br/2012/01/as-acoes-da-sua-vida.html#more

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Como lidar com distrações no Home-Office

clip_image001Trabalhar em casa pode parecer, à primeira vista, um sinônimo de produtividade – afinal, sem perdas de tempo com trânsito, sem distrações de colegas nem patrões com exigências de última hora, autonomia total nos horários, enfim, um paraíso!

Porém, ao trabalhar em casa, qualquer profissional se depara, rapidamente, com um enorme desafio: a disciplina para manter o foco e para evitar tanto desgaste como distrações.

clip_image002Seguem algumas sugestões para escapar de tentações quanto em Home-Office:

– Não misture lazer com trabalho

Mesmo que você tenha montado seu escritório num cômodo específico da casa, é imperativo que ele seja usado apenas para o trabalho. Mantenha a área de lazer separada – e isso inclui a televisão, videogames, e outras formas de entretenimento. O seu ambiente de trabalho deve ser separado ao máximo em sua casa e sua família deve ser educada para respeitar o seu horário de trabalho.

clip_image003– Estabeleça pausas regulares

Sabe aquela hora do cafezinho, quando você trabalhava no escritório? Pois é, ela é fundamental para manter a sua produtividade, e mesmo estando em casa, você não deve abdicar dela.

Configure a internet para trabalhar

Existem várias formas para driblar a avalanche de distrações que a internet oferece, desde evitar o uso de aplicativos que causam interrupções constantes, até sistemas de rastreamento do tempo dispendido nas tarefas. O mais importante é definir horas certas para lidar com os sistemas de mensagens instantâneas, reduzir o número de vezes que você checa seu email e responde suas mensagens, separar tempo para pesquisar conteúdo na web e também para se atualizar com as notícias de seu setor. Tudo isso inserido numa rotina que amplie sua produtividade.

– Não se torne um Super-homem

clip_image004Lembre-se que mesmo trabalhando em casa, você será mais produtivo se mantiver seu foco no que é importante e no que faz bem. Transfira para a secretária da empresa ou mesmo para um assistente virtual todas as tarefas (principalmente os afazeres pessoais que pipocarão à volta de seu “home-office”), além das coisas que tomam tempo e que não precisam ser executadas por você.

Com isto, além de hábitos saudáveis que melhorarão sua Qualidade de Vida, você manterá níveis de produtividade acima da média, o que será algo positivo pra você e para sua empresa.

É claro, que soluções inovadoras como as das figuras do post, também ajudam a manter todo este equilíbrio!

Texto de Alexandre Borin -  CEO da Prestus Consultores e Assistentes Pessoais 24h (www.prestus.com)

Neocompetência – Uma nova abordagem para o sucesso profissional (por Tom Coelho)

“Há dois tipos de pessoas: aquelas que fazem o trabalho e aquelas que ficam com o crédito. Tente estar no primeiro grupo: há menos competição lá.”

(Indira Gandhi)

Seja para construir uma carreira de sucesso ou para encontrar sua vocação e seguir uma missão, ser competente é um pré-requisito básico.

A mais difundida definição para competências foi formulada por Scott B. Parry, em sua obra “The quest for competencies”, de 1996, em que ele diz:

“Competências é um agrupamento de conhecimentos, habilidades e atitudes relacionados, que afeta a maior parte de uma tarefa (papel ou responsabilidade), correlacionado à performance, que pode ser medido a partir de parâmetros bem-aceitos, e que pode ser melhorado através de treinamento e desenvolvimento”.

Esse conceito ficou registrado no mundo acadêmico e corporativo como a Regra do CHA.

O “C” representa o conhecimento, o saber adquirido. É o processo de instrução e envolve formação, escolaridade, autodidatismo, leituras, cursos e treinamentos realizados.

O “H” significa habilidade, o saber fazer. Trata-se da capacidade de produzir a partir do conhecimento adquirido e diz respeito a ações práticas como analisar, interpretar, compreender, julgar, planejar, administrar, comunicar, entre tantas outras. Mediante treino, repetição e prática constante, as habilidades podem ser desenvolvidas e lapidadas.

O “A” constitui a atitude, o querer fazer. É a decisão consciente e emocional de agir diante dos fatos, com proatividade e assertividade. Atitudes são constatações, favoráveis ou desfavoráveis, em relação a objetos, pessoas ou eventos. Uma atitude é formada por três componentes: cognição, afeto e comportamento.

Ocorre que o conceito do CHA já não responde às demandas do mundo corporativo atual, motivo pelo qual desenvolvi um novo modelo ao qual intitulei “Neocompetência”.

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Embora o conhecimento continue imprescindível, na base desta estrutura, é importante pontuar que ele não é mais estático. Aliás, as festas de “formatura” nas universidades deveriam ser simplesmente abolidas, porque ao concluir um curso de graduação com quatro anos de duração, por exemplo, muito do que foi estudado no primeiro e segundo anos já está defasado. Disso decorre a importância da atualização, o saber aprender, representando o desafio de ampliar o conhecimento de forma contínua, além da capacidade de discernir sobre o que deve ou não ser aprendido dentre tantas possibilidades.

A atitude, embora seja o elo supremo desta corrente, precisa ser referendada pela realização, o fazer efetivamente, pois muitos que desejam não levam a termo suas ações, capitulando e desistindo no decorrer do caminho.

Neste contexto, surge a premência da motivação, o fazer fazer. Num primeiro instante, do ponto de vista individual, mesmo porque a motivação é um processo pessoal, responsável pela intensidade, direção e persistência dos esforços de uma pessoa para atingir uma determinada meta. A intensidade está relacionada à quantidade de esforço empregado – muito ou pouco. A direção refere-se a uma escolha qualitativa e quantitativa em face de alternativas diversas. E a persistência reflete o tempo direcionado à prática da ação, indicando se a pessoa desiste ou insiste no cumprimento da tarefa.

Mas para se alcançar a efetividade, precisamos empreender ações não individualmente, mas em equipe. Neste ponto, a motivação se converte em apoio, sustentação e, em especial, inspiração àqueles que compõem o time.

No estágio seguinte, o profissional competente compreende que conhecimento bom é conhecimento compartilhado e que para evoluir não apenas na hierarquia, mas nos processos de reconhecimento e de autorrealização, é necessário ensinar aos que estão ao seu redor. É o fazer saber, por meio da educação, disseminando experiências, comportamentos e melhores práticas.

Neste momento, surge a importância da autoconsciência de que na medida em que ampliamos nosso espectro de conhecimentos, maior é nossa ignorância diante do universo de possibilidades do saber. A humildade representa o saber saber, a percepção clara e inequívoca de nossas próprias limitações e que nos faz simultaneamente educadores e educandos, combatendo a prepotência e a arrogância. Há que aprender, porém há ­também que ensinar.

A humildade leva à prática inconteste da verdade. E como não há porque mascarar eventos ou ações passa-se a valorizar a autenticidade, o saber ser, onde importa não o que você tem, mas quem você é. Uma característica singular num mundo tão superficial em determinados aspectos como o que vivenciamos atualmente.

O homem é um ser social por natureza, de modo que deve aprender não apenas a viver, mas também saber conviver, ou seja, viver com seus pares. A isso chamamos sociabilidade.

Por fim, a solidariedade, que remete não à solidão, mas à cooperação, à responsabilidade e à interdependência. É a consciência plena de saber devolver à mesma sociedade em que convivemos um pouco do que aprendemos e somos a fim de mitigar as desigualdades.

Compreendido o conceito moderno de “competência”, fica mais fácil para o profissional definir como deve se posicionar. Há competências técnicas, comportamentais, relacionais, valorativas e transcendentais. Mas este é assunto para outra oportunidade.

* Tom Coelho é educador, conferencista e escritor com artigos publicados em 15 países. É autor de “Sete Vidas – Lições para construir seu equilíbrio pessoal e profissional”, pela Editora Saraiva, e coautor de outros quatro livros. Contatos através do e-mail tomcoelho@tomcoelho.com.br. Visite: www.tomcoelho.com.br e www.setevidas.com.br.

Liderança: Você é Proativo ou Reativo? (by Iussef Zaiden)

Muito vem se falando no mundo organizacional sobre a questão da proatividade, como uma característica fundamental do líder.

Pesquisas mostram isso, os subordinados querem lideres que sejam proativos, que assumam a responsabilidade, e que não fiquem reclamando e colocando a culpa nos outros pelos fracassos que se apresentam na vida deles e da organização. O reativo faz isso, coloca a culpa dos maus resultados e de não cumprimento das metas, na sua equipe, na organização, no mercado, no cliente, na sociedade, na verdade no mundo, ele nunca é culpado sempre os outros.

Li muitos livros sobre a questão da proatividade, alguns são best sellers, como por exemplo, “A Lei do Triunfo” de Napoleon Hill, os “7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes” de Stephen Covey, inclusive ele coloca a proatividade como hábito, e em seu livro é o primeiro hábito da eficácia pessoal, ele diz: “O Hábito 1 “Seja Proativo” é o hábito mais difícil, se você não colocá-lo em prática, os outros não serão também colocados, pois todos os outros partem desse”.

Então, nessa semana, vamos falar sobre isso, proatividade ou reatividade, pegando uma lição do Dr. Maxwell, tirou da Bíblia em Num 10.2-13, como o líder Moisés.

“Aprendemos algo inestimável às custas de Moisés em Números 20. A essa altura, Moisés sentiu-se sobrecarregado com as reclamações, a estagnação e a falta de progresso do povo. Sentia-se como correndo no vazio. E, na sua fragilidade condição, tomou uma decisão que lhe custou o futuro.

Orientado por Deus para falar à rocha a fim de obter água para o povo. Moisés irado bateu na rocha (como tinha feito anteriormente). Reagiu com fúria ao invés  de obedecer com calma. Por causa de sua desobediência, foi barrado de entrar na Terra Prometida. Esse fato triste nos ensina pelo menos duas lições:

Primeira, nunca tome uma decisão maior enquanto está emocionalmente fragilizado. Tome decisões quando está vem no alto, não quando está lá embaixo. Cuidado pois existe o tempo certo para tomar decisões e o tempo errado para se tomar decisão.

hurrySegundo, seja proativo, não reativo, em sua liderança. Não permita que o seu mandato provenha da multidão queixosa. Deixe que os palpites venham de Deus e da missão que ele lhe deu. Faça a si as seguintes perguntas:

1. Sou reator ou criador quando lidero?

2. Jogo na defensiva ou na ofensiva quando lidero?

3. Tento agradar as pessoas ou a Deus quando lidero?

4. Comando a minha agenda ou outro determina onde devo aplicar o meu tempo?”

Creio que essa semana poderíamos fazer essa profunda reflexão em nossa vida, pois ela é muito curta, e de repente pode ser tarde de mais.

Pense nisso.

texto de Iussef Zaiden

O homem que sabe o que quer – by Iussef Zaiden

Meu amigo Iussef mandou mais um artigo que vale a pena ser lido aqui para o blog. Tem muito a ver com o artigo de fim de ano que saiu hoje no TriadNews (e deve estar por aqui na semana que vem).

Aliás, muita gente me pergunta sobre coach. Eu não sou e não faço coaching, mas indico pessoas. O Iussef é uma opção excelente de coach para sua vida em 2011, caso queira saber como funciona e preços, entre em contato direto com ele nesse e-mail: iussef.zaiden @    meustostoes.org (sem os espaços).

 

Estamos chegando perto do final de mais um ano, 2010, que com certeza passou muito rápido em nossa vidas. Tenho eu, a impressão que este tempo está ficando cada vez mais rápido, mas na verdade o tempo é o mesmo, a semana tem 168 horas, o dia 24 horas, o minuto 60 segundos, o que realmente está passando com muita rapidez e a ideia a velocidade das coisas está levando a estabelecer a vida na urgência.

O homem precisa saber dar uma parada e fazer uma profunda reflexão de vida, pensar o que é que está tirando o nosso sono, equilíbrio e eficácia.

Será que estamos criando hábitos que nos levam à doenças, desequilíbrio, pessoal e profissional, e ainda financeiro? Será que o homem moderno não sabe mais lidar com as coisas que são importantes para ele.

Bem, pensando nisso, quer compartilhar com vocês um conselho dado por uma pessoa brilhante e que admiro muito e que viveu em uma época toda diferente da nossa, mas que parece que já conhecia a nossa era. Essa pessoa é Napoleon Business concept isolated on white Hill, que escreveu um livro que está sempre comigo, pois me ajuda a cada dia, como a Bíblia, a refletir no que ainda preciso melhorar.

Estamos entrando no ano de 2011, segundo decênio desse século, que parece que foi outro dia, seu inicio, e vai e entra ano e as coisa parecem que não mudam, e aí vem a pergunta: Por que não mudam? Será que é por falta de tempo? Será que o mundo está vivendo numa velocidade que não estou conseguindo acompanhar?

Por isso, quero compartilhar com vocês essa palavras que seguem para que nós possamos refletir sobre a vida e nossa verdadeira vocação e ainda pensar no nosso proposito.

“O homem poderoso é o que desenvolveu, na sua mente, quinze qualidades que vou falar a seguir.

Para conseguir o poder é preciso ter: um objetivo definido; é preciso ter confiança em si próprio para persistir; é preciso ter iniciativa e liderança com que exercitar a confiança em si próprio; é necessário ter imaginação para criar o seu objetivo definido e os planos para a sua transformação em realidade; devemos ter entusiasmo na ação para torná-la mais interessante; devemos exercitar o autocontrole; devemos cultivar o hábito de fazer mais do que a nossa obrigação; devemos adquirir uma personalidade atraente; devemos adquirir o hábito da economia, devemos cultivar o hábito de pensar com exatidão lembrando de que a clareza de pensamento se baseia em fatos e não sobre informações e boatos; é preciso contrair o hábito da concentração dando atenção a apenas um trabalho de cada vez; é preciso praticar sempre a cooperação, lucrar com a experiência das derrotas próprias e alheias; aprender a ser tolerante; e por último, devemos fazer da regra de ouro o alicerce de tudo o que fazemos e que afete a outras pessoas”.

“Para conquistar o triunfo, devemos verificar quais as qualidades que possuímos e procurar adquirir as que nos faltam.

As preces às vezes têm valor, outras vezes não.

Uma prece tem sempre valor quando detrás dela existe uma Fé inabalável. Esta verdade não pode ser negada, embora ninguém seja capaz de explica-la. Tudo o que sabemos é que a prece dará resultado se acreditarmos nisso. Uma prece que não seja a expressão de uma Fé profunda não é mais do que um amontoado de palavras.

Um objetivo definido só pode ser transformado em realidade quando se acredita na sua realização”.

Bem, espero que esta lição de Napoleon Hill, possa nos ajudar a pensar nos próximos anos. Não vamos repetir os mesmos erro, de levar em frente o mar os nossos sonhos, porque ele realmente leva embora, vamos transformar nossos sonhos em realidade.

Acredite nisso!

Iussef Zaiden

Como obter maior concentração no trabalho e nos estudos?

É preciso ter estomago para digitar “acidente de trabalho” no link de imagens do site de busca Google. A quantidade de trabalhadores destroçados é tão grande que faz filmes de terror parecer contos infantis. Os acidentes de trabalho são grandes afluentes de um rio de problemas causados pela falta de concentração.

Falta de concentração, desatenção, distração, cabeça nas nuvens. Existem diversas formas de definir o obstáculo que leva profissionais e estudantes a um mesmo fim, o prejuízo. Do hilário ato de ir ao cômodo vizinho e não se lembrar o que foi fazer ao atraso causado por entrar numa via errada no trânsito de uma grande cidade, o fato é que a falta de concentração limita a ação.

Ser mais concentrado nas tarefas é desejo comum para profissionais e estudantes e não é para menos. Quando a mente está concentrada num único alvo, somos capazes de reduzir em até 80% o tempo despendido. E que mortal não desejaria isso? Ler um livro mais rápido, ser mais preciso na realização dos afazeres e evitar erros tolos dependem da concentração, por isso é preciso entendê-la.

Quando você mergulha nos livros com o objetivo de entender os fundamentos da concentração, acaba inevitavelmente explorando o seu oposto, isto é, a distração. Desbravar terrenos convencionais como os da neurociência e da psicologia beneficiaram minha base teórica, mas nunca me fizeram sentir mais concentrado. Foi pisar no campo de tradições orientais como o Yoga e experimentar práticas do esoterismo que comecei a obter avanços e realmente experimentar a agradável e potente sensação de ter uma mente focada.

Dentre os diversos exercícios que existem nas ciências ocultas, existe um bem fácil e que ajuda a testar o grau de concentração. Respire profundamente algumas vezes ao passo que relaxa cada parte do seu corpo. Quando sentir o corpo bem leve, abra as mãos e imagine-se segurando uma bexiga, leve e flexível. Concentre-se nisso por alguns segundos. Depois, comece a apertar e soltar fazendo movimentos milimétricos. Neste momento algumas pessoas relatam sentir que as mãos não conseguem sair do lugar. No esoterismo, explica-se como a formação de uma massa de energia entre as mãos.

Energia? Bom, não creio que seja fácil ver uma aura ou energia entre as mãos, mas é possível provar que durante o exercício você estava concentrado, especialmente se conseguiu sentir a massa energética. Em caso afirmativo, foi porque estava concentrado apenas em suas mãos. Da mesma forma que ao se concentrar no movimento das mãos, um músico consegue memorizar melhor os acordes de um instrumento, ao focar os movimentos que realiza quando dirige um carro, você curte melhor o veículo e ao escolher se concentrar na leitura você avança neste ato.

Concentração não é um exercício, é uma escolha. Simples assim! Você escolhe concentrar a sua mente numa determinada atividade e por isso a realiza com êxito. Pronto! Se existem ladrões de atenção durante, por exemplo, a leitura de um texto, (telefone, pessoas, campainha e demais interrupções) convenhamos, somos grandinhos o suficiente para entender que tais estímulos devem ser evitados, neutralizados ou simplesmente ignorados.

Portanto, manter a mente focada numa única tarefa nos torna mais rápidos e eficientes. A nossa mente produz distrações, por isso é preciso ser maior do que a mente. E na verdade somos! Por isso seja firme e simplesmente escolha ser mais concentrado.

Texto de: Renato Alves é especialista em Memorização e Recordista Brasileiro de Memória. www.renatoalves.com.br

QUEM É MAIS IMPORTANTE: MEMÓRIA OU INTELIGÊNCIA?

Aproveitando que ainda estou de férias, o meu amigo Renato Alves enviou um post bem interessante aqui para o blog. Confiram:

Um pergunta que me fazem com frequência em meus workshops: Quem é mais importante: Memória ou inteligência? Resposta: Memória!

Inteligência é a capacidade humana de fazer escolhas, de decidir, de interagir com o mundo. A maneira como interagimos com o mundo, a manipulação do conhecimento adquirido pode produzir idéias geniais. Mas para existir, a inteligência depende da memória tanto quanto um peixe depende da água.

Olhe ao seu redor, tudo o que você está vendo só é possível identificar por causa iron-man da memória. Por exemplo: Você está finalizando aquela fantasia de Homem de Ferro que irá utilizar no baile. Sobre a mesa tem um CD usado que irá para o lixo. A inteligência permite transformar o velho CD no círculo luminoso que vai ao peito do Homem de Ferro.

Conhecimento é memória adquirida e aumentando o conhecimento, amplia-se a capacidade de interagir com o mundo e produzir novas idéias, em outras palavras, quanto mais você alimenta a memória, mais amplia a inteligência.

Uma forma de aumentar a nossa base de dados mental é alimentarmos a memória de conteúdo relevante. Ler bons livros, viajar, assistir palestras, fazer cursos são opções que oferecem conteúdo de valor inestimável e que, bem manipulados pela inteligência, produzem idéias originais.

O mundo moderno é extremamente competitivo e concentração, boa memória e inteligência são recursos vitais. Vivemos na chamada Era da Mente, isso significa que força física não faz muita diferença para o sucesso. O mundo carece de novas idéias, de pessoas com conteúdo e habilidades diferenciadas. Invista em conhecimento. Boa memória é tudo!

Renato Alves – Especialista em Memorização
www.renatoalves.com.br