Anúncios

Trabalhar poucas horas na semana é possível?

Recebi essa pergunta por e-mail semana passada e achei interessante de escrever sobre, pois é algo que tem se tornado uma questão comum. A resposta para essa pergunta depende do seu nível de coragem.

Não é possível trabalhar poucas horas na semana se você estiver com o “mindset” de “carteira de trabalho”. O trabalho tradicional não permite você ter um estilo de vida, onde você trabalhe poucas horas na semana. E tão pouco o empreendedorismo tradicional que na verdade cria um trabalho tradicional.

Acho que o primeiro passo para criar uma nova forma de trabalho é definir, o quanto é suficiente de ganhos mensais para você ter uma vida confortável, com espaço para investimentos e correr alguns riscos. Chegando nesse número, aumente em 30% essa quantia. Afinal, temos a tendência de subestimar nossos gastos e superestimar nossas economias, o que na prática se mostra totalmente errado.

Feito isso você precisa achar um nicho de mercado, com base em sua expertise ou até algo novo que possa adquirir conhecimento, que permita gerar essa renda com poucas horas por semana. E não precisa ser político para fazer isso acontecer. A questão não é trabalhar muito, até a última gota de suor, mas trabalhar de forma mais inteligente e com outro ritmo.

work-smarter-not-harder

Cada vez que eu volto dos EUA, vejo o quanto esse mercado de “trabalho reduzido” está crescendo. Nesta viagem, conheci uma mulher, que saiu da agência de marketing que trabalhava e decidiu fazer apenas trabalhos avulsos. Ela reduziu sua carga horária para 20 horas semanais e consegue faturar mais do que quando trabalhava na empresa.

Eu tive um funcionário há um tempo atrás que largou a área de vendas de software para ser instrutor de mergulho alguns dias na semana em Búzios. Tem casos e mais casos de pessoas que ganham dinheiro com blogs, comissão de produtos, trabalhos criativos, infoprodutos, investimentos, etc. O MercadoLivre é nosso cliente e ouvi historias de pessoas que ganham muito dinheiro, muito mesmo, só fazendo vendas pelas Internet sem sair de casa.

Possível é, mas não é para todos. A segurança da carteira de trabalho é dura de vencer. Outras pessoas simplesmente não tem esse estilo. Eu por exemplo, gosto de trabalhar, gosto de ter a empresa, funcionários, os desafios, os problemas e os concorrentes. É uma adrenalina que eu curto.

Identifique seu perfil, ache um nicho de mercado, desenvolva um bom produto com uma boa estratégia. Teste a ideia com a segurança do seu trabalho, a hora que sentir que pode dar o próximo passo, procure estratégias para automatizar ao máximo o negócio (vendas, atendimento, faturamento, suporte) e tome coragem! Se você não tentar como vai saber se poderia ter dado certo?

Deixe seu comentário sobre esse tema, se tiver bastante interesse vou voltar nesse tema com mais detalhes.

Até a próxima!

Anúncios

Como mudar um departamento desorganizado?

Você é novo na área, tem pouco conhecimento dos procedimentos e das pessoas, mas já percebeu que a área é uma zona, muito retrabalho, zero planejamento e isso te incomoda. O que fazer nesse caso?

circularmeeting

1 – Fuja da Síndrome de Dom Quixote – Não adianta querer ser o herói e sair em uma jornada atrás de moinhos de vento. Ninguém gosta do cara que chegou ontem e tenta fazer o seu mundo virar o mundo de todos. Você vai virar o pentelho, vai criar inimizades e só piorar a situação de todos.

2 – Seja um exemplo – Se você quer mudar alguma coisa, mude a única coisa que você tem (ou deveria) ter controle: suas atitudes. A equipe não planeja? Planeje você! Pare na sexta e planeje os próximos dias. A mesa das pessoas é uma zona? Mantenha a sua mesa limpa. As pessoas copiam todo mundo? Você vai usar a cópia oculta. As pessoas mandam tudo em cima da hora? Você vai enviar com antecedência.

Pode demorar, mas o seu exemplo, quando persistente, consistente e visível vai começar a ter efeitos, talvez no cara da mesa do lado, no estagiário, no coordenador, etc. uma hora chega em quem tem de chegar.

3 – Descubra as prioridades – Se tiver uma palavra para ajudar a colocar ordem na bagunça, essa palavra á prioridade. Pergunte a todo instante: qual a verdadeira prioridade que devemos fazer? Questione seus pares, seus líderes. Assim que descobrir escreva, grude na parede. Mudou? Escreva de novo e coloque abaixo da anterior. Mudou de novo? Grude abaixo. Uma hora alguém vai perguntar que tripa de papel é essa que começa na parede e chegou ao chão.

Uma coisa é você dentro do que é prioritário, definir novas atividades, mas mantendo a prioridade. Outra coisa é prioridade que muda e arrasta um conjunto de novas atividades, jogando fora o que foi feito. Isso é desorganização e quando fica registrado as pessoas responsáveis começam a se tocar.

4 – Converse sobre gestão de tempo com seus líderes – Eu recebo muitos e-mails de chefes que receberam algum dos meus livros de presente de seus subordinados. Se você é o chefe, isso é um sinal! Agradeça a preocupação, leia sobre o assunto, faça um curso e comece a mudar as atitudes de todos. O estresse perde bons profissionais mais do que propostas maiores de um concorrente. Se você é o subordinado, exponha o assunto sempre que tiver uma chance, mas não apenas no tom de reclamação, vá na linha de feedback: aponte o problema e sugira algo a ser feito.

5 – Defina um deadline – Nada dura para sempre, sua paciência também não vai durar se nada mudar. Entenda que as pessoas criaram seus hábitos de produtividade há décadas e não será em três meses ou pouco mais que um milagre vai acontecer. Dê tempo ao tempo, mas que não seja eterno. Defina até onde é seu limite e quando irá começar a buscar alternativas.

Qual o momento certo de parar?

“…nos últimos 4 anos dedico-me a conquistar uma posição de gerência na empresa em que trabalho há 6 anos. Nesta última semana a posição ficou vaga, mas acabei de descobrir que será ocupada por uma pessoa que virá de fora. Falaram que queiram alguém que “pensasse fora da caixa”. Estou arrasada com isso, minha motivação para continuar aqui se foi, mas ainda acho que se persistir minha hora vai chegar. Como você acha que posso investir meu tempo para me preparar para essa vaga quando estiver disponível novamente?…”

Ingrid, com todo o respeito e com a posição de alguém que não acha certo se meter nas decisões de ninguém, mas eu pergunto para você: será que não é o momento de parar? Será que você não está confundindo persistência com teimosia?

Esse foi um e-mail que recebi algumas semanas atrás e prometi para a Ingrid que iria explorar mais essa questão aqui no blog, pois muitas pessoas podem estar passando por momentos similares de vida (não apenas profissional).

Não existe uma resposta certa a essa pergunta, cada pessoa tem de parar e profundamente analisar aquilo que é realmente importante em sua vida, para saber se é o momento de continuar tentando ou simplesmente buscar uma nova rota.

Se for o sonho da sua vida e após refletir muito tiver a certeza que não vai aguentar viver sem ter feito isso, tem mais é de continuar e criar uma estratégia para se tornar relevante ao cargo. Procure cursos que complementem sua formação, reforce seus idiomas, procura uma faculdade de prestígio, aumente seu networking ou se envolva em projetos que ajudem você a dar o próximo passo.plan

Agora se você está fazendo simplesmente porque está talvez, seja o momento de repensar e mudar. A vida não é estática. A vida não pode ser milimetricamente planejada. O medo do novo, de mudar, de experimentar o diferente gera acomodação e é ela que faz você não sair do padrão que criou para você mesmo.

Mudar não é fácil, mas faz um bem realizador. Se quiser dar o primeiro passo para mudar comece a listar tudo que faz rotineiramente, para não cair no erro de reforçar essas ações e desenvolva a lista do diferente.

Um trajeto diferente para o trabalho, um celular diferente, um curso diferente, um evento diferente, uma viagem diferente, um restaurante diferente, um relacionamento diferente, etc. Quanto mais “diferente” você começa a ser, mais o medo de mudar vai deixar de existir. Comece com as coisas pequenas, e você verá que a coragem de mudar coisas maiores vai aparecer.

Não gaste seu tempo à toa, parafraseando meu amigo Miguel Cavalcanti, o mais complicado na maior parte das vezes, não é gestão do tempo, é a gestão da coragem. Coragem de fazer o diferente!

Que tal começar agora? Acesse um site diferente ou mande uma mensagem para uma pessoa diferente! Viva o diferente!

Será que meu tempo precisa de um coach?

De alguns anos para cá o coaching entrou na pauta da maioria dos executivos e empresas brasileiras. Milhares de pessoas largaram suas carreiras executivas e adotaram uma vida como coach. E mais uma centena de empresas se especializou em criar “coaches” para o mercado.

Coaching é uma febre hoje. Ficou chique dizer que você faz coaching com alguém. E ainda mais top é você se tornar um coach. Tem tanto coach no mercado, que em algumas cidades tem mais coach do que professor, do que médico, etc.

Eu acredito no processo de coaching, eu acho que ele ajuda bastante em diversas situações. Ele pode te ajudar a enfrentar decisões de carreira, a descobrir sua missão pessoal, a orientar suas ações com o time, a lidar com problemas profissionais, definir metas e etc. Agora o importante é não confundir coaching com terapia, são coisas completamente diferentes.

Em alguns momentos talvez você precise de uma terapia, com uma psicóloga mesmo, que te ajude a descobrir a origem de seus problemas, veja diferentes versões da mesma história, te ajude a se auto descobrir e a lidar com seus conflitos pessoais. mentor

O coaching também não é que vai decidir nada por você, ele tem de ajudar você a descobrir por si próprio. Se quiser que alguém decida por você, ai você precisa de um mentor, que baseia sua decisão em experiências anteriores e conhecimento do assunto, justificando melhores caminhos para você.

Eu tive uma coaching durante um tempo, que me ajudou a lidar com alguns aspectos da minha liderança. E tive um mentor que me ajudava a tomar as decisões de negócio corretas, em um mercado que não conhecia. Ambas as experiências foram muito positivas para mim.

O problema não está no coaching, mas na qualidade do coach. Como em toda a profissão tem pessoas boas e idiotas que estragam o mercado. Por isso você precisa escolher muito bem quem vai ser a pessoa que vai te ajudar, ou vai jogar dinheiro no lixo. Converse com pelo menos três ou quatro ex-clientes, analise o resultado. Peça também referência de um caso de insucesso, analise uma óptica diferente. Pesquise sobre sua formação, pois no Brasil, tem curso de coaching por correspondência e tem empresas sérias que são muito bem conceituadas no mercado. Analise também a experiência previa ao papel de coach. Será que ele saiu da faculdade e virou coach ou foi uma pessoa com bagagem e experiência prática em diversas áreas/empresas?

E para administrar seu tempo, você precisa de um coach? A minha resposta é que o coaching pode te ajudar em uma parte do processo, ele pode te ajudar a identificar o que é importante para você e seus objetivos, ensinar uma ou outra forma de planejar. Inclusive diversos coaches aplicam a metodologia Tríade em seus processos.

Porém o coaching tem limitações na área de produtividade de verdade, na maior parte dos casos depois de um tempo só vão te atrapalhar e sugar seu dinheiro tentando. Um coach sério sabe a hora de parar e também seus limites de atuação.

No quesito de produtividade e gestão de tempo, coaching por si só não adianta, é preciso mentoring, ou seja, um cara que te diga o que fazer, quando e como fazer. E se você não fizer vai fazer junto com você. Chega um ponto em produtividade que para mudar o mindset, é preciso ação, “porrada externa“ e aceitação dos erros, mas esse é um assunto para outro post.

Se você está pensando em achar um coaching, veja se seu caso é aplicável a coaching, terapia, mentoring, astrologia ou em reuniões com você mesmo. Caso decida por um coach, analise bem seu histórico, combine a forma de atuação que se sente mais confortável, mapeie claramente seus objetivos e analise o progresso. Se não funcionar, pode ser que o coach não seja o mais adequado ao seu caso ou talvez não seja coaching a sua necessidade.

Como anda a gestão de problemas da sua equipe?

survivor2

Vamos supor uma equipe comercial, que tem metas individuais e de grupo (ou seja, todos ganham pelo resultado de todos). Um vendedor dessa equipe tem um cliente com um sério problema que pode impactar todo o resultado do grupo.

De quem é o problema?

Opção A: Do gerente

Opção B: De todos na equipe

Opção C: Do vendedor

Opção D: NDA

Faça um comentário, escolhendo uma opção e se possível justificando a sua escolha. Amanhã vou publicar a minha resposta a esse dilema.Como é na sua equipe?

update: Clique aqui para ver minha resposta.

 

Como manter sua produtividade nas viagens?

Algumas pessoas tem como parte de seu trabalho, a realização de viagens constantes. Muita gente acha isso o máximo: não ter rotina, cada dia estar em um lugar, aprender culturas diferentes, ganhar um monte de milhas, etc. O problema é que esse “glamour executivo” passa rápida para quem o vive constantemente.

O Felipe Pinto, é uma das pessoas que passa por isso, ele mandou essa pergunta para o blog: “estou realizando viagens frequentes e gostaria de saber como você se planeja para continuar produzindo bem mesmo com essas significativas quebras de rotina. Pois, minhas viagens acabam tendo horários previstos de saída/chegada bem diferentes do planejado inicialmente e acabo tendo dificuldades de aproveitar os intervalos de tempo livre durante a viagem.”

Durante viagem, a produtividade tem a tendência a cair, é natural, com nossa infra estrutura aérea pior ainda, mas veja algumas dicas que podem ajudar você a manter a sua performance:

Tenha tempo – Chegar com antecedência no aeroporto é importante, dá tranquilidade. Se você chega no último minuto, precisa correr para embarcar e tudo se transforma em estresse: o check in pode ter fila, você pode ser obrigado a enfrentar filas no raio X, quando chega na aeronave não tem mais espaço para suas malas e por ai vai. Isso só aumenta sua irritação, sua pressão e seu estresse, ai tudo fica um porre e a sensação da viagem só piora.

Utilize as salas VIP – A maioria dos aeroportos tem salas VIP, de cartões de crédito ou das cia. de viagem. O simples fato de ter onde sentar, ligar o micro ou ver TV, tomar um bom café e comer alguma coisa ajuda a relaxar. Vale a pena o investimento em trocar seu cartão de crédito ou ter fidelidade de alguma cia. Aérea para aproveitar esse benefício.

Relaxe durante o voo – Voar por si só é cansativo, suga sua energia. Tudo que você puder fazer para tornar o voo mais relaxado, melhor. Se você gosta de ler, leve seu livro, se gosta de ver filmes, baixe no seu computador ou tablet. Se gosta de dormir, durma. Só evite bebidas alcóolicas e refrigerantes que podem prejudicar o voo. Eu não dispenso meu tablet com meu Kindle para ler livros ou ver meus filmes. Porém quando eu estou cansado eu durmo mesmo.

Alimente-se corretamente – Uma das coisas que mais aprendi, principalmente nos voos de longa duração ou com fuso horário diferente é a importância de uma correta alimentação. Eu evito ao máximo horários de voo que vou perder meu almoço, pois isso simplesmente desregula toda minha produtividade. É vital antes de voar, tomar café, almoçar ou tomar um lanche. Durante o voo, a cada 3 horas vale o consumo de uma barrinha, de um amendoim, etc.

Planejamento prévio – Um dos maiores fatores de procrastinação de tarefas é justamente quando a pessoa tem viagens ou deslocamento para reuniões. Nesses dias o melhor é fazer uma agenda “light”, ou seja, planejar o mínimo de atividades possível. Eu uso dias de viagem apenas para checar e-mails e fazer “follow up” rápidos. Se eu coloco algo mais complicado pra fazer, simplesmente a energia não aparece. No caso de viagens internacionais, eu nunca agendo nada no próprio dia, tenho pelo menos 1 dia livre antes de qualquer coisa importante, pois isso permite adaptações ao fuso ou correção de eventuais problemas que podem acontecer.

Coloque seu hobby – Sempre que vou viajar e tenho um intervalo superior a 3 horas para algum evento ou reunião, eu coloco uma partida de tênis na agenda. Eu já procuro antes quadras próximas ao hotel e checo a logística. Isso me ajuda a relaxar, liberar endorfina e ter disposição para o que vier. Sempre que possível coloque seu hobby na viagem, seja ela qual for, vai ajudar a manter sua performance.

Trabalhar na viagem – Eu parei de trabalhar nos aeroportos, só faço isso em caso de emergência. Não digo que você tenha de fazer isso, mas para mim o cansaço mental não compensava o resultado. Prefiro trabalhar em um momento com maior disposição, pois o trabalho vai render mais. Prefiro chegar no hotel, jantar, ver minha novela e ai tocar o que precisar, afinal estarei sozinho mesmo então não tem problema trabalhar nesses horários!

Se tiver alguma dica adicional, fique a vontade de compartilhar nos comentários, no post 10 coisas para tornar suas viagens de trabalho mais rápidas e agradáveis, tem algumas dicas adicionais!

Como lidar com o volume de informações?

Selecionei na minha lista de perguntas para posts, a dúvida do Hugo, que com certeza é a de muita gente também:

“…tenho mais de 200 blogs nos meus favoritos, me sinto perdido com tanta informação (mesmo sendo útil), gostaria que você fale como você gerencia seus blogs, como faz para acompanhar os sites que gosta de ler, se existe alguma técnica para lidar melhor com essa quantidade imensa de informação e como arquivar para depois ter acesso a essa base de conhecimento.”

O excesso de informação é um problema de saúde hoje em dia, pesquisas recentes mostram o efeito de consumo de glicose no cérebro ao longo do dia, devido esse consumo que temos de informações. Sem glicose, tomamos piores decisões, procrastinamos e não temos paciência para ler aquele e-mail longo no fim do dia, que acaba sendo marcado como não lido para o dia seguinte.

A tecnologia ferrou nossa vida com a facilidade de acesso a milhões de fontes sobre o mesmo assunto, mas também pode ser nosso salvador da pátria. No meu próximo livro (Resultados & Equilíbrio – Por que as pessoas não fazem o que deveriam fazer?), que lanço em maio, eu acumulei um volume de informação gigantesco ao longo de dois anos para compilar dados relevantes para o livro. Vou compartilhar o que apliquei nesse processo, que na verdade é um pequeno método de processamento de informação que consiste em 4 etapas:

clip_image002

1 – Filtrar – Eu acessava 113 blogs sobre produtividade, tecnologia, qualidade de vida e empreendedorismo. Irreal, mas a gente vai colocando nos favoritos e quando dá conta perde o controle. Eu simplesmente cancelei minha conta no Google Reader e comecei uma do zero com a missão de não ter mais de 10 blogs, o que me gera uma média de 4 posts/dia, bem mais razoável.

2 – Capturar – Eu tenho usado o Feedly no Ipad e Chrome para ler esses posts, o que faço sempre que estou no avião. Agora o que tem sido uma coisa fantástica é o Voice Reader que lê os meus blogs enquanto estou no trânsito, integrado ao meu bluetooth do carro. Ou seja, enquanto estou parado ele vai lendo os feeds para mim, algo tipo um audiobook! Isso salva um tempão (não funciona pra posts em português). Além dos blogs, eu tenho usado bastante o Instapaper que grava o conteúdo para uma leitura posterior.

3 – Processar– Com essas fontes de informação centralizadas e capturadas eu reservo algum tempo na agenda semanal para ler essas informações. Além de horários de voo e trânsito, eu costumo a reservar um período no final de semana para colocar a leitura em dia. Também gosto de ler um pouco todo dia pela manha. O que eu começo a ler e não é legal, nem termino, descarto direto. O que é bacana eu mando para o armazenamento e deleto do leitor.

4 – Armazenar – para guardar as informações que realmente me interessaram de tudo que processei e recuperar posteriormente eu prefiro usar o Neotriad, na parte de conhecimento. Assim classifico, coloco o papel, faço um resumo e fica fácil achar e reutilizar.

Sem dúvida a informação é o vírus que vai matar o tempo da humanidade, seja por excesso ou seja por falta da informação correta. Ou você aprende a controlar a informação ou ela vai contaminar você!