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Reuniões: como economizar R$ 620 mil por ano?

Esse foi um mês de diversos trabalhos com clientes no foco de otimizar as reuniões que são feitas dentro do ambiente de trabalho. Com nossa economia andando devagar quase parando, olhar para custos invisíveis internos que não permitem que a equipe seja produtiva se tornou uma demanda na agenda de diretores e CEOs.

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Existem diversos custos invisíveis que a improdutividade pode trazer, mas as reuniões, sem dúvida se tornaram uma constante. Em um cliente semana passada, depois do mapeamento, ainda me choco ao ver que praticamente 75% do tempo dos gestores e diretores de uma carga horário de 10 horas é dentro de salas de reuniões.

Não teria nenhum problema se esse tempo limitasse a jornada de trabalho, o problema é que dentro das intermináveis e na maior parte das vezes improdutivas reuniões, muito trabalho que deveria ser feito acaba ficando atrasado ou pior, consumindo horas extras ou o tempo de vida familiar e de lazer.

Fora o custo. Em números atualizados, com base em clientes TriadPS, a cada 100 funcionários que uma empresa tem, o desperdício fica em torno de R$ 620.000,00 anualmente com reuniões desnecessárias. Que fique bem claro que não sou contra reuniões, muito pelo contrário, sou a favor de uma dieta de reuniões. Nos programas que implementamos com o propósito de reduzir reuniões, focamos numa redução do custo e no número de encontros. Sempre, sem exceção tem muita gordura para ser cortada nesse campo e formas diferentes de tomada de decisões.

Sua empresa também sofre com reuniões? O primeiro passo é envolver a alta direção no processo, sem eles nada vai adiante. O segundo é desenvolver um ambiente que todos possam ter confiança em adotar uma nova postura de reuniões e adquir um novo método para transformar esses encontros em reuniões de resultado efetivo.

Eu gravei um vídeo com algumas dicas para controle de tempo das reuniões, comparo a performance dos brasileiros com americanos e também alguns insights para diminuir a quantidade. Clique aqui para assistir direto no Youtube (aproveite assine o canal para receber em primeira mão os novos vídeos).

Até a próxima!

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Sua carreira está pronta para uma tempestade?

Não sei se vocês estão acompanhados os indicadores econômicos, mas nos últimos meses a coisa tem ficado difícil para o Brasil. Fora a inflação que já vem preocupando o governo há um tempo, temos a alta de juros que tem previsão de manter essa tendência ao longo do ano, um PIB ridículo novamente deve acontecer esse ano, a alta do dólar está começando a prejudicar o mercado (apesar da Dilma dizer que “tem bala na agulha” para conter o dólar) e indícios que a Petrobrás não vai conseguir por muito tempo segurar o preço da gasolina, indicam momentos turbulentos pela frente.

Tempestade-no-mar

Infelizmente nosso governo de última hora (e os anteriores também), não fez e não está dando a devida importância para as reformas que deveriam ser feitas, para o aperto nas contas públicas, para conter a corrupção e mais uma infinidade de problemas. Com isso estamos na mão de Deus, da força de vontade de nosso povo e também na persistência dos empresários. Circulando por médias e grandes empresas, o que se ouve é que alguns cortes começaram a ser feitos o que deve começar a impactar negativamente a nossa economia nos próximos meses.

Economia não é meu forte nem especialidade, porém em todo momento de risco existe um monte de oportunidades. Para quem está preparado. Para quem dedica tempo para aprender a gerar valor no seu emprego, na sua empresa. Ao invés de sair e ficar chorando ou olhando de camarote o que está acontecendo, o que você está fazendo para evitar que o “PIC – Produto Interno da sua Carreira” não seja um “piquinho”?

Se seu tempo está só focado em sobreviver, na primeira marola, você vai estar cansado de nadar e pode se afogar. Agora se você está se preparando, com cursos, desenvolvendo seu networking, desenvolvendo projetos de alto impacto para a organização, você tem muitas oportunidades pela frente. Contra resultados reais não há argumentos.

Pense hoje o que sua carreira precisa fazer para estar preparada para os bons momentos e para os maus momentos também. Hoje é o dia de começar as suas “reformas” e seus “aprimoramentos” para que não fique como o governo: correndo atrás do prejuízo, sempre na urgência.

O que esperar de 2011 na visão do Gustavo Loyola

Nesta última sexta-feira fui fazer uma palestra para a FETCESP (Federação das Empresas de Transporte de Cargas de SP) sobre Tencologia Produtiva. Eu já fiz algumas palestras com eles e sem dúvida eu adoro passar por lá. O público é muito bacana e o acolhimento de conteúdo e idéias é sempre grande.

Antes da minha palestra o ex-presidente do Banco Central Gustavo Loyola, fez uma palestra sobre tendências da economia para 2010. Fiz algumas anotações e segue meu resumo:

Resumindo: só foram boas notícias. É nítido que o mundo pós-crise vai muito bem obrigado, os empresários estão motivados a investir e tudo indica que vamos continuar crescendo.

No Brasil:

  • A prova dos 9 será quando o governo retirar todos os incentivos e a reação do mercado for sentida. Apesar de que passamos com louvor em todo cenário de crise e isso não deve afetar muito.
  • Massa salarial deve crescer 5,6% acima da inflação o que é muito bom para a economia como um todo e a produção industrial deve ficar na casa de crescimento dos 5% em 2011.
  • O câmbio deve ficar estável em R$ 1,8 e a inflação deve ficar na faixa de tolerância dos 5%.
  • O BC deve crescer a taxa de juros até 11,25% para controlar essa inflação
  • O que vai crescer mesmo é o credito tanta para PJ quanto para PF e isso terá um impacto direto na construção cível (se pretende comprar imóvel fica esperto, porque vai valorizar ainda mais).
  • Como é um ano eleitoral o governo pode afrouxar a mão, gastar demais e errado (novidade…).

No mundo:

  • Essa crise dos PIGS (Portugal, Irlanda, Grécia e Espanha) é um risco e caso não honrem suas dívidas pode ter reflexo aqui no Brasil.
  • PIB Mundial deve crescer algo em torno de 3,7% em 2011
  • Nos EUA o pior já passou, deve crescer na casa dos 2,5% (mas sem muita geração de emprego).

1064585_time_is_money_1Para que todo esse “tralalá” de economista? Por que se você for comprar um imóvel, pensar em uma viagem com a família, caso você vá empreender ou pense em mudar de emprego, o cenário é super favorável.

A palestra me animou a investir mais na empresa, a procurar novos mercados, a tomar decisões de investimento em marketing. É um ano bom, vamos acreditar e usar nosso tempo para gerar ainda mais prosperidade. Para o País e para seu Bolso.