Anúncios

Quem deve criar a cultura produtiva da empresa?

Outro dia estava em uma reunião com empresários, compartilhando dores e soluções na vida empreendedora e uma questão interessante foi levantada. Um deles, sócio de uma empresa com pouco mais de vinte profissionais, insistia que precisaria de uma gestora de RH para criar uma cultura na empresa.

A discussão foi longe, mas muitos empresários tem a mesma visão: que RH é milagre! Claro que um RH na empresa é essencial para ajudar a empresa a decolar, recrutar, criar políticas, aumentar qualidade de vida e desenvolver e apoiar a liderança.

Porém criar uma cultura produtiva na empresa não é papel do RH, do gerente, do diretor. É papel do empreendedor! Do dono! Do acionista.

O conceito de cultura é grande para o tamanho desse post, mas vamos dizer que cultura é criada através da missão, visão e principalmente dos valores que a empresa pretende seguir.

bussola3E quando falo isso, não tem nada a ver com aqueles quadros que todas as empresas têm na recepção, que no mínimo são inúteis. Tem a ver com atitude, com tomada de decisões, com os princípios mais essenciais da empresa e com o tom que a empresa terá internamente e para o mercado.

Delegar a criação da cultura é no mínimo estranho. Vamos supor que você seja o empreendedor e delegue isso para um cara do comercial que você contratou e quer assumir isso. A empresa vai ter a cara de quem? Do cara do comercial, dos seus valores de vida, da sua visão de mundo, etc. O que pode ser ótimo, mas que talvez não seja a cara do empreendedor. Mais cedo ou mais tarde, o empreendedor deixa de usar ou pior, perde a paixão pelo negócio.

Claro que você pode ter uma consultoria para te ajudar nisso, de diretores, do RH, mas a decisão, a forma, as palavras são suas. Cultura é a coisa mais importante que uma empresa pode ter, principalmente no começo. Não é RH que faz cultura. RH ajuda. Gerente ajuda. Diretor ajuda. Dono faz.

E isso precisa ser vivido no dia a dia. E dia a dia é como o empreendedor, com a equipe. As pessoas precisam ser contratadas com base nisso, precisam ser recompensadas por isso, os projetos e as decisões tomadas precisam ser guiados por esses princípios. Não é enfeite, quadro, marketing. É estratégia.

Existem dois casos clássicos desse conceito. Na Zappos, empresa de sapatos adquirida pela Amazon, foi o dono, o Tony que fez, escreveu e disseminou os valores. Depois que isso tá pronto, ai a equipe faz o “spread”.

O que faz o time do Jorge Paulo Lemann faz quando compram uma empresa? Colocam algum dos sócios para criar a cultura na empresa.

Na sua casa é a mesma coisa. Quem cria a cultura? Os sócios da casa! (em alguns casos A sócia majoritária). Se você não tem uma empresa, mas tem uma equipe o conceito vale do mesmo jeito. Se você não tem uma equipe a coisa vale para sua vida também.

Não espere milagre do RH, de ninguém, faça acontecer por você e quando estiver começando a andar sozinho, ai sim pense em delegar! Por isso ache tempo para o estratégico ao invés de ficar só no operacional.

Quer saber mais? No Triad Empreendedores, ensinamos a criar essa e outras estratégias para tornar a empresa mais produtiva.

Anúncios

Como ter um dia a mais no seu mês de verdade?

Você já pensou o que poderia fazer se tivesse 24h (um dia inteiro) a mais no seu mês? Sem dúvida esse é um sonho de muita gente, mas será que é possível ter um mês de 32 dias? Será que qualquer pessoa pode fazer isso? Antes de provar para você que dá para fazer, vamos ver o que você poderia fazer se tivesse 1 dia a mais no mês:

  • Fazer um esporte 3X na semana (12h no mês)
  • Estudar inglês ou espanhol 2x por semana (8h no mês)
  • Assistir dois bons filmes no mês ou ler um livro (4h)
    • Total: 24 horas

Citei esses quatro exemplos, pois foram as coisas que as pessoas mais falaram quando fiz a pesquisa para o livro Equilibro e Resultados, perguntando o que as pessoas mais adiam na sua vida. As três coisas que lideram o ranking da pesquisa são: esporte (67%); leituras (63%) e aprender outro idioma (44%). Percebe como negligenciamos o tempo para nós mesmos?

Para você ter esse tão sonhado dia adicional, não é preciso cortar nada. Aliás, se você for com muita sede ao pote, cortando as coisas, você não vai conseguir manter e ainda vai sair frustrado no processo. A estratégia para isso é aprender a diminuir, de forma quase que imperceptível e sútil.

espremer

Escolha três atividades na sua rotina que você sabe que tem gordura para cortar e vamos aplicar uma pequena redução de 15 minutos diários nesses itens e três minutos adicionais de qualquer outra coisa. Isso dá por dia 48 minutos, no mês 1440 minutos ou 24h exatamente!

Porém, dá onde podemos cortar? Acredite e foque que sempre é possível cortar, sempre tem gordura, sempre tem formas de fazer diferente. Existem diversos lugares para fazer essa redução, vou citar alguns exemplos, que podem se aplicar a você:

  • Reduzir 15 minutos diários seu acesso às redes sociais (Facebook, twitter, instagram, etc)
  • Reduzir 15 minutos diários seu tempo na televisão
  • Reduzir 15 minutos diários o tempo gasto jogando
  • Reduzir 15 minutos diários o tempo em reuniões
  • Acordar apenas 15 minutos mais cedo ou dormir 15 minutos mais tarde (ou 7 minutos para cada lado)
  • Reduzir em 15 minutos o tempo no trânsito em horários ou caminhos alternativos
  • Dizer não a uma tarefa desnecessária por dia
  • Reduzir o tempo gasto com e-mails

Existem centenas de oportunidades diárias para fazermos pequenas reduções. Você precisa escolher apenas 3! Se você pegar o exemplo das redes sociais, com televisão e acordar apenas 15 minutos mais cedo você já tem 1 dia todinho só para você. Se você quiser ir além, ai um curso de administração do tempo pode ajudar também a complementar. Simples não? O que te impede de começar agora a reduzir seus 15 minutos?

Eu sempre digo que o problema das pessoas não é a falta de tempo, é uso errado do tempo que já temos disponível. Quando pequenas coisas, como as que citei anteriormente, se tornam perceptíveis no nosso dia a dia, fica mais fácil de usar bem o tempo! Pense nisso.

Um melhor desempenho pode vir do fracasso

Olá! Hoje eu estou republicando um artigo do Rodolfo Araújo, que é um especialista em negiações e persuasão. Fala um pouco sobre aceitarmos os erros da vida e entendermos que de grandes fracassos podemos ter grandes vitórias. Espero que gostem.

Certa vez li um experimento muito interessante sobre a forma como pessoas avaliam os fracassos de uma empresa. Nele, os voluntários recebiam a descrição de uma companhia fictícia, que acabara de passar por um ano difícil em suas operações, apresentando resultados abaixo do resto do mercado.

A pesquisa recaía, então, sobre a maneira como cada uma das empresas explicava o que havia acontecido: metade dos participantes recebia a parte do relatório anual de performance justificando o fraco desempenho com fatores ambientais, isto é, recessão da economia, concorrência asiática, queda nas margens e outras criativas formas de tirar o seu da reta.

A outra metade lia outra explicação para o mau ano: problemas internos tais como a adoção de uma estratégia equivocada, uma aquisição mal feita ou o foco num segmento de mercado incompatível.

A tarefa dos participantes do estudo era ir direto ao ponto: determinar um preço para a ação da companhia. Surpreendentemente, a empresa que trazia para si as responsabilidade para seu mau desempenho tinha uma avaliação superior à que terceirizava a culpa.

A explicação dos pesquisadores para o resultado foi inequívoca: a empresa que admite suas falhas demonstra que as identificou e, ainda mais importante, tem algum controle sobre o que realmente influencia sua performance. Melhorar o desempenho passa a ser, assim, uma questão de trabalhar mais e melhor.

Já aquela que justifica as causas do fracasso com circunstâncias do ambiente revela, por sua vez, não estar no controle da situação e, por isso, resultados futuros também serão obra do acaso.

A conclusão já seria importante para entender alguns aspectos do mundo corporativo, mas seu alcance pode ser ainda maior. Ela pode ser valiosa, também, na sua vida pessoal.

Dilbert_Azar

Por que você continua achando que tudo de ruim que lhe acontece é culpa do mundo, da vida, das circunstâncias, do azar? E se a culpa é do mundo – porque algumas coisas realmente são! -, será que você não tem nenhum controle sobre aquilo que lhe acontece?

Confesso que acho péssimo ter que admitir meus próprios erros. Encarar o fracasso de frente, sorrir para ele e dizer: "Oi, você é obra minha." Depois da ressaca moral, contudo, você tem a chance de dizer adeus.

É bem diferente de olhar para o fracasso e ver um estranho, sem saber quem ele é ou de onde apareceu. É bem diferente de dizer: "Olá, estranho, tudo bem? Vamos ser amigos? Vamos nos ver mais vezes? Passa aqui outro dia qualquer…"

fonte: http://www.olideracidental.com.br/2012/01/as-acoes-da-sua-vida.html#more

Ache tempo para seu dia perfeito. O mercado não é a mamãe.

cartasantos

Recebi um e-mail de um empresário Santista, falando sobre concorrentes que estão expandindo suas áreas de atuação e por consequência tirando clientes de outras empresas. Essa carta pode ser encarada de duas formas: primeiro que sem dúvida temos oligopólios Brasileiros que manipulam e destroem a concorrência de forma predatória e isso realmente precisa de regulamentação e punição na esfera federal.

A outra forma de encararmos essa carta é a esfera que podemos atuar, que está dentro da nossa atitude como colaboradores, líderes e empresários de mudar o nosso mundo.

O mercado não é sua mãe, não é seu amigo ou seu cachorro que sempre vai estar abanando o rabinho para você. O mercado é simplesmente uma força de oportunidades para todos. Alguns agarram, outros simplesmente deixam a coisa passar. Não se pergunte por que seu concorrente “roubou” seu cliente. Pergunte o que você deixou de fazer para perder seu cliente.

Tempo é a chave nessa questão. As pessoas dentro da empresa estão tão cheias de coisas urgentes para fazer, coisas operacionais, coisas sem importância ou simplesmente coisas que não ajudam a empresa a evoluir, que não conseguem enxergar que as oportunidades do mercado estão sendo pescadas por pescadores mais preparados, mais equipados e com certeza, com mais recursos de tempo.

Isso não é algo novo. Isso existe desde sempre.

Eu gosto muito da história do Andrew Carnegie, um empresário que começou como mensageiro de uma empresa de uma empresa de telégrafos e se tornou o maior empresário do aço dos EUA. No começo da empresa, ele focou totalmente em aço para as ferrovias, que era o grande negócio na época. Só que de repente o mercado mudou, elas pararam de comprar. Você acha que ele sentou, olhou pela janela e escreveu uma cartinha para as ferrovias, para o presidente e para a imprensa, dizendo que outros grupos estavam vendendo ferro também? Não. Ele parou e foi achar novos mercados, foi dedicar tempo para aprimorar a produção e começou a apostar em um novo modelo: aço para construção civil que nem existia na época. Criou um mercado ainda maior do que o anterior.leitederramado1

Chorar ou inovar é uma escolha sua. Em todas as áreas. Seu emprego está chato, não te motiva mais e você sabe que pode fazer mais? Porque não conversar com seu líder e achar formas de melhorar? Que tal dar uma nova chance e achar um sentido no dia a dia? Por que não procurar outra oportunidade? Por que não desenvolver sua carreira e procurar novos ares? São tantas opções que temos de escolher fazer o diferente.

Hoje é o dia perfeito. Hoje é o dia em que você levanta a cabeça, olha o horizonte, olha a posição atual e toma a atitude de ser melhor. Hoje é o dia que você deixa de chorar o leite derramado e aceita sua responsabilidade nesse resultado. Hoje é o dia que você vai procurar alternativas.

Reserve um tempo na sua agenda para pensar nisso. Coloque um horário mesmo, em um dia que não tenha nada que te faça cancelar. O nome do compromisso? Reunião Comigo Ltda – Momento de Escolher Melhorar.

Até o próximo

Quer mais tempo? www.eprodutivo.com

Sua Empresa é Social?

Se você não está levando muito a sério essa onda de redes sociais, é melhor começar a colocar o assunto na pauta da sua estratégia. Uma pesquisa recente, mostrou que o tempo dedicado a redes sociais pelos internautas quase dobrou em um ano. Os internautas de todo o mundo passaram mais de cinco horas e meia em redes sociais em dezembro do ano passado, de acordo com pesquisa mundial da Nielsen Wire. Segundo o levantamento, o número representa aumento de 82% em relação ao tempo que os usuários da web gastaram no mesmo mês do ano anterior.

Em um tempo não muito distantistock-social-network e ter um site na Internet era mais do que suficiente para sua empresa estar na “era digital”. Hoje em dia ter um site é muito pouco, ou para algumas empresas quase nada. Alguns segmentos de empresas, como por exemplo, prestadoras de serviços online, não atraem muita confiança do consumidor se não tiverem um canal de contato rápido como blog, twitter ou fóruns de discussão.

Na Triad, descobrimos que nossa taxa de conversão de vendas triplica quando o usuário passa a nos acompanhar via twitter, blog, youtube ou facebook. “Isso mostra que a empresa está sempre preocupada em fazer coisas novas, nos manter informados. Parece que estamos mais próximos e isso me deu confiança em comprar”, afirma Maria de Fátima, em pesquisa realizada com nossos clientes sobre a decisão de compra após um tempo acompanhando nossas redes sociais.

É um caminho sem volta, se sua empresa quer estar mais próxima do seu cliente, não espere que ele coloque na agenda um compromisso de visitar seu site a cada 15 dias para ver as novidades, isso não existe. As pessoas gostariam de acompanhar sua empresa, se ela der essa oportunidade. E como fazer isso?

O primeiro passo é levar a questão a sério, não adianta começar o processo e parar no meio, fica feio e passa desconfiança de algo que não é atualizado há tempos. Precisa ter alguém responsável por redes sociais na empresa, não recomendo terceirizar essa pessoa, talvez a execução com uma agência web, mas alguém de dentro precisa ser a ponte e trazer essa mentalidade para a organização.

As redes sociais que sua empresa irá participar depende muito de sua estratégia, as mais comuns são:

  • Blog – Um blog corporativo com coisas úteis e práticas, novidades sobre seus produtos e serviços, cases, dicas de uso, sugestões de clientes, perguntas e respostas é uma ferramenta extremamente importante. Vale tomar cuidado para que o blog não seja uma coisa unilateral, precisa ter a participação dos leitores (e isso inclui críticas e saber lidar com elas). Atualize no mínimo duas vezes por semana.redesocais
  • Twitter – É uma forma de comunicação rápida, permite avisar de novidades, problemas, novos artigos no blog, promoções, etc Se bem monitorado pode ser uma excelente fonte de prospecção de novos clientes ou até servir como uma espécie de extensão do seu serviço de SAC. Atualize pelo menos 3 vezes ao dia.
  • Youtube / Facebook / Orkut / LinkedIn – Essas e outras redes sociais permitem criar uma comunidade de pessoas que gostam do seu produto e serviço e querem ver novidades, vídeos, fotos, eventos e outras coisas. Em minha opinião são as que dão o maior trabalho para manter da forma correta, precisa ter gente pensando em conteúdo ou as pessoas perderão interesse nesses grupos.

Existem diversos sites na Internet que permitem integrar todas essas mídias. Por exemplo, quando post um artigo no meu blog, automaticamente vai para o Twitter, LinkedIn e Facebook. Com apenas um clique estou atualizado em todas as minhas redes, isso ajuda a não perder muito tempo

Coloque esse assunto na pauta da sua estratégia, selecione a equipe correta, comece a acompanhar e principalmente: meça os resultados ou serão apenas estratégias soltas que ninguém verá o retorno do investimento.

Se já estiver social conecte-se comigo utilizando os ícones ao lado para acessar minhas redes no Twitter, Facebook, Linkedin e outras.

A riqueza na base da sua empresa by Alessandra Assad

Esse texto é da minha amiga, palestrante e consultora empresarial Alessandra Assad (http://www.alessandraassad.com.br/). Vou aproveitar o embalo e em breve irei publicar meus textos sobre estratégia da minha coluna do Brasil Econômico.

Onde está o lucro das empresas? Já não é de hoje que muitos dos grandes estudiosos de management sinalizam que as classes menos favorecidas deveriam despertar a atenção dos empreendedores para as oportunidades que existem na base da pirâmide. O indiano C. K. Prahalad, defende que a riqueza de uma nação pode estar na base da pirâmide social. E o que impede, da mesma forma, que a riqueza da sua empresa esteja na base da pirâmide social dos seus funcionários?

buildwealth_article

Para termos sucesso no mundo em que estamos entrando, precisamos ampliar o modo de pensar sobre os negócios, e isso corresponde a um novo conjunto de modelos mentais, no qual o grande desafio é a busca da gestão que cria resultados através das pessoas. O futuro do seu negócio pode estar no chão da sua fábrica ou com o pessoal de operações.

Prahalad defende que concentrar-se na classe menos favorecida pode ser uma grande estratégia não só para a diminuição da pobreza, mas principalmente pelo fomento ao empreendedorismo e o surgimento de inovações criativas a partir de um público altamente consumidor e consciente de alguns valores da sociedade, que em muitas outras classes acabam perdidos. A partir do momento em que os gestores prestarem serviços para o cliente interno menos favorecido, teremos um novo cenário econômico dentro das empresas.

Fala-se tanto de estratégia para alta gerência e diretoria, mas é preciso consciência de que de nada adianta grandes estratégias se não houver grandes executores na outra ponta. E uma execução bem-sucedida requer uma gestão de mudança eficaz. A falta de suporte da alta administração e recursos financeiros insuficientes são hoje os principais problemas da execução da estratégia em organizações. Como podemos querer a riqueza das empresas se deixamos a base sobreviver na pobreza?

Thomas Malone, professor de Management da Sloan School of Management, do MIT, e diretor-fundador do Centro de Inteligência Coletiva do MIT defende que cada vez mais, as empresas competirão de acordo com a sua capacidade de dar sentido à vida. Então esse talvez seja o grande significado do sentido da frase “colocar as pessoas no centro dos negócios”. Não significa apenas colocar mais pessoas no centro da tomada de decisão, mas principalmente significa colocar os valores humanos no centro de nosso pensamento empresarial. É ter a visão para enxergar a riqueza e fazê-la acontecer a partir da base da pirâmide, de dentro da empresa para a sociedade também.

A rapidez hoje é uma medida de inteligência. E é isso o que torna uma organização inteligente, uma empresa rica, e um país próspero. Onde estão os empreendedores do Brasil?

Líder: Foque no Estratégico e não no Operacional

strategyMuitos líder es vivem com suas agendas lotadas de tarefas operacionais e circunstanciais e parecem que se esquecem de focar nas coisas que são realmente importantes, e que fazem a estratégia acontecer.

Como fazer para que sua liderança fuja dessa armadilha e consiga uma agenda de evolução e não simplesmente de ação? Veja algumas estratégias:

1 – Dia Da Estratégia

Escolha um dia na sua agenda para focar apenas em atividades que são realmente estratégicas. Faça reuniões com a equipe, trabalhe no planejamento, crie indicadores, revise a execução, etc. Eu agendo como um compromisso na minha agenda das 9hs às 17hs a cada 10 dias para revisar a estratégia da minha empresa.

2 – Trabalhe o Operacional longe da Estratégia

Na agenda de suas reuniões veja a pauta atentamente e separe assuntos estratégicos de operacionais em reuniões distintas. É muito comum a mistura desses assuntos e nenhum dos dois é resolvido adequadamente.

3 – Delegue o falso estratégico

Evite acumular atividades que você acha que são estratégicas, quando na verdade são apenas atividades operacionais refinadas. Tenha bom senso e tente delegar o máximo de atribuições possíveis.

4 – Coloque escolhas reais na mesa

Avalie pelo menos três alternativas viáveis (não apenas variações da mesma alternativa) antes de aprovar qualquer estratégia. Isso encoraja os times a escolherem a melhor opção e não apenas a mais óbvia.

5 – Planeje metas de curto prazo pessoais para sua estratégia

Costumo definir metas pessoais de curto prazo (1-3 meses) para implementar a estratégia na empresa. Por exemplo, quando lançamos um novo programa de produtividade alguns meses atrás, defini uma meta de 2 meses para as ações que eu deveria liderar no lançamento desse projeto. Isso me ajudava no meu planejamento semanal a focar em ações dessa natureza.

Se quiser um complemente, segue um excelente artigo do Douglas Smith (Harvard Business) sobre a disciplina de times para foco na estratégia (aproveite enquanto eles não vendem):

 http://harvardbusinessonline.hbsp.harvard.edu/b01/en/common/item_detail.jhtml?id=R0507P&referral=2340