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Férias tornam sua vida mais produtiva

Uma série de estudos científicos tem falado da importância de descansarmos para melhorarmos nosso rendimento. Estamos chegando perto do fim do ano e esse é um período que muitas pessoas têm alguns dias de folga por causa das emendas de Natal e Ano Novo. E não reclame de serem apenas alguns dias.

As férias não precisam ser de um mês ou quinze dias para serem benéficas. Um estudo da Universidade de Tampere, na Finlândia, demostrou os benefícios entre dez ou cinco dias de férias. Os trabalhadores pesquisados reportaram que se sentiram mais energizados, felizes e menos tensos. Em ambos os períodos de férias (curtos ou longos) o resultado foi o mesmo.

Quando você está naquele dia de calor insuportável, um banho refrescante durante a tarde não é revigorante? Férias curtinhas têm o mesmo poder!

Férias revitalizam o corpo e a mente distanciando as pessoas do estresse diário, porém, se não for possível desfrutar de férias mais longas, as curtinhas já dão uma boa ajuda. Claro que quanto mais tempo você tiver para descansar, melhor. Isso nem se fala, mas pequenos momentos podem ser muito positivos. Algumas pessoas dizem que têm dificuldades em se “desligar” nesses poucos dias, mas é uma questão de realmente se acostumar e criar pequenas estratégias.

Comece a tirar férias mais regulares e mais curtas
Muitas empresas permitem acordos de férias em pequenos períodos, se esse é o caso da sua empresa, aproveite! Saindo na sexta-feira, pegando uma semana, você tem nove dias ao todo de descanso. É bastante coisa.

Sábados & Domingos podem ser úteis também
Em geral, aproveitamos o fim de semana para fazer um monte de coisas em casa e estudar aquilo que não fazemos durante a semana. Eu costumo fazer isso também, mas adotei a política de não ligar o micro nos sábados e aos domingos faço isso somente no período da noite para planejar a semana. Isso ajuda a desligar.

Considere um pequeno descanso ao longo dos dias
A famosa “cochilada” depois do almoço é considerada, por uma série de pesquisadores, benéfica para aumentar produtividade diária das pessoas. Particularmente, não gosto de tirar essa soneca, mas pequenas coisas podem ter benefícios semelhantes. Por exemplo, eu gosto de ver uma série de TV logo depois do almoço (você pode ver isso no celular, tablet ou internet), ajuda bastante a relaxar a mente. Além disso, você pode se desligar durante uma leitura, ouvindo música ou dormindo no carro – meu pai tem o hábito de cochilar 15 minutos no carro na volta do almoço.

Aproveite o tempo livre que terá no fim do ano para relaxar, descansar e desconectar. É a melhor forma de manter sua produtividade e reduzir o estresse em 2014! Crie alternativas e ideias para isso. Lembre-se que quem quer faz, quem não quer arruma uma desculpa.

Até a próxima!

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Petrobras: Primeiros passos para liberar a Internet internamente.

Esta semana participei de um debate na Petrobras e uma pergunta de um gestor, bem comum, foi levantada: redes sociais prejudicam a produtividade durante horário de expediente?

Essa pergunta é pertinente com o atual momento que a maior empresa do País vive, já que desde 1/11/13 a empresa decidiu liberar o uso de redes como Facebook, Youtube, Twitter por meio de sua rede interna corporativa.

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“A decisão foi tomada pela Diretoria Executiva com os objetivos de aumentar o acesso ao conhecimento e aumentar o grau de interação interna e externa; aumentar a satisfação em trabalhar na Petrobras; e fortalecer a imagem de empresa inovadora e alinhada às tendências de comunicação para atrair e reter talentos. A companhia tem canais proprietários nas três plataformas sociais que poderão ser acessadas por meio da RIC.“ – comunicado interno Petrobras

A minha opinião sobre esse tema, é baseada em algumas pesquisas que já foram publicadas e também em alguns clientes nossos das 1000 maiores empresas que adotaram essa política. Internet, de forma controlada, não prejudica a produtividade. Em alguns casos, pesquisas mostram que pode até aumentar a produtividade.

Primeiro porque hoje ninguém mais limita ninguém de acessar as redes, afinal a maior parcela das pessoas, tem celular com acesso a Internet. Se você bloqueia, ele vai tomar café para acessar. É o me engana que eu gosto.

Agora claro que deixar totalmente liberado não faz bem para ninguém, pois se deixar uma balinha de chocolate, por mais que o chocólatra seja controlado, uma hora a bala some… Sou a favor de estipular um período de tempo e cada um use esse tempo de liberdade da forma como gostaria. Com o passar do tempo e maturidade da equipe, libere o acesso por completo.

O que não vale é discursos infundados, dizendo que a produtividade cai com o uso da Internet, sem métricas adequadas. Se não mediu antes, como saber se caiu, não é verdade?

Gestores devem ajudar sua equipe a saber o que é prioritário, delegar as atividades importantes e apoiar para que o resultado aconteça. Se eles tiverem engajados, sabem a direção, tem velocidade e ai o controle vem naturalmente. Não é por causa da Internet que uma equipe fica improdutiva, é pela falta de uma liderança produtiva. Esse é o ponto!

Isso vale ao governo que está com ideias de restringir algumas coisas na Internet por questões de segurança, mas ai, essa é uma história para outro post.

Viva a liberdade!

Como anda a sua carreira?

Uma das coisas que mais tenho ouvido ultimamente é a reclamação de profissionais, que olhando de fora, parece que a carreira está de vento em polpa: cargo legal em uma multinacional, bônus no final do ano, possibilidade de crescimento profissional, etc. Porém a verdade é que não há felicidade, e obviamente por consequência não há engajamento e o resultado fica comprometido para ambas às partes.

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Foi-se o tempo que salário era o fator definitivo para uma carreira ser classificada como excelente, hoje são tantos fatores e variáveis que a coisa está muito confusa. Existe o time das pessoas que não sabe se está feliz, mas tem a certeza de que ainda não alcançaram o ápice do seu talento. Existe o time das pessoas que estão completamente infelizes e estão desesperadamente procurando o plano B. E ainda temos o time dos contentes, que nem pensam em mudar nada e só querem aproveitar a boa fase, esse último sem dúvida em menor número.

Mudar de carreira ou melhorar sua carreira é algo que precisa ser bem pensando, que precisa de tempo e planejamento. Precisa levar em conta suas aptidões, seus pontos fortes, seus talentos naturais. Descobrir algo que não só você goste de fazer mas que tenha um retorno financeiro também. E isso pode ser dentro até da própria empresa que está hoje.

Algumas pessoas já pensam em mudar totalmente, criar um plano B, C ou D. Mudar de País, de segmento de atuação, virar empreendedor ou entrar em um período sabático para decidir o que fazer.

Recentemente, um cliente nossa da TriadPS, pediu uma palestra sobre o tema: “Tempo para Reinventar a carreira”, que foi dada a um grupo de 200 profissionais. Jogo aberto, limpo e com as possibilidades na mesa. O objetivo era ajudar as pessoas a refletirem sobre seus talentos, engajamento e como poderiam ajudar a empresa a unir todas essas coisas. Tivemos um bom resultado, saiu quem precisava sair e ficou quem realmente estava afim.

Quero voltar nesse assunto em breve, porém com dados, estou fazendo uma rápida pesquisa sobre o tema de carreira. Como anda a sua? Conta pra mim? A pesquisa leva uns 3 minutos para ser respondida: http://goo.gl/wb3glf e quem responder, poderá participar gratuitamente de uma palestra online sobre o resultado desse levantamento no final do ano. Não deixe de compartilhar esse e-mail com seus colegas de trabalho!

Como mudar o padrão de atraso

Que todo mundo está correndo a gente sabe, só que no meio dessa correria acabamos nos tornando, além de corredores, “atrasadinhos” também. Atrasamos na reunião, atrasamos para pegar os filhos na escola, atrasamos o relatório, atrasamos o happy hour, atrasamos o lazer, etc.

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Atrasar é uma consequência natural da correria, de um estado mental que entramos e que se reflete em diversas áreas da nossa vida. O pior é que nesse estado, nem sempre é uma realidade, pode ser apenas uma percepção, uma matriz que entramos sem perceber e acabamos vivendo essa ilusão.

Quer uma forma de começar a mudar esse padrão? Comece a ser mais pontual. É um pequeno começo mas que vai ajudar a fazer uma grande revolução. Se você marcar a reunião às 9 horas, programe-se para chegar às 8h45, talvez até antes. Se você tem um evento externo às 15h, planeje para chegar as 14h30 e assim por diante. Antecipe. Crie esse padrão mental e de atitude.

Esse “tempo extra” é o que evita problemas de caminhos errados, trânsito e também é o tempo que se tiver realmente “extra” pode ser usado para dar um tempo, para simplesmente sentar na cadeira e esperar. Uns minutos para você ler uma revista, um livro ou simplesmente pensar na vida. Desacelerar aos poucos para a vida começar a andar ao invés de simplesmente correr. Não é um conceito simples, mas é um conceito importante. Pense a respeito. Devagar!

[Vídeo] Tempo livre não é tempo disponível

Tempo livre não é tempo disponível: http://www.youtube.com/watch?v=SOw-xk1rHLs

Você olha sua agenda e descobre que tem um buraco “sem nada” agendado e acaba aceitando aquele convite para uma reunião opcional, para um curso, para uma festa, para uma tarefa, etc. Quando percebe a agenda está toda lotada, você sem tempo e correndo.

Nesse vídeo eu falo um pouco sobre como ter tempo livre não significa que ele está disponível e o que pode ser feito para manter uma agenda mais equilibrada.

Se gostar, compartilhe com aquele amigo que lota a agenda e vive sem tempo!

Se o vídeo acima não funcionar, segue o link direto: http://www.youtube.com/watch?v=SOw-xk1rHLs

Por que não tomamos decisões?

Nosso governo é o melhor exemplo do impacto que a falta de uma eficiente tomada de decisão gera. Em 2001, o então deputado Luiz Antônio Fleury, apresentou uma proposta que tratava de estabelecer votação aberta nos três níveis do legislativo. Depois de uma série de tramitações, falta de decisões e empurra com a barriga, a câmara dos deputados aprovou por unanimidade (que incrível né?) essa proposta. Agora falta passar pelo Senado. Estamos falando de mais de 12 anos para uma decisão tão importante ser tomada. Se não fosse isso casos como o do deputado “cara de aço”, Natan Donadon não estariam nem sendo discutidos.

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Só que essa cultura não é só privilégio do governo, empresas de todos os tamanhos, também sofrem do mesmo mal. São assuntos que se arrastam por reuniões intermináveis. Decisões que são “compartilhadas” até que ninguém mais é dono e fica por isso mesmo e assim por diante.

Existem vários fatores que empacam as decisões, mas alguns são bem típicos:

1 – Falta de autonomia para decidir

Tem líder, empresa ou processo que simplesmente não dá autonomia necessária para que as pessoas tomem as próprias decisões. Isso pode ser para controlar risco, para gerenciar mais de perto processos ou pelo simples fato de um “ego grande”. Alguns líderes não conseguem conviver com a ideia de que alguém tome a decisão por eles, mas é claro que isso não acontece em nenhum lugar que você conhece.

2 – Falta de coragem para decidir

Algumas pessoas tem a autonomia para tomar a decisão, mas não conseguem ter coragem de decidir por si próprios. Preferem chamar outras pessoas para compartilhar a decisão, o que não é de todo ruim, porém isso na maior parte dos casos acaba se arrastando por muito tempo.

3 – Excesso de opções

Quanto mais opções, informações e conteúdo, mais difícil de decidir. Se você quer fazer a reforma da sua casa e pede para seis empresas fazerem orçamento, a sua decisão vai ser muito mais demorada do que se você fizesse apenas três orçamentos. Quanto mais opções, mais dúvidas geramos. Por isso, limitar suas opções é um fator de extremo bom senso para a decisão acontecer.

4 – Necessidade de brilho pessoal

Algumas decisões não são tomadas, pelo simples fato de que o cara que poderia decidir, prefere que todo mundo pense no assunto, bata a cabeça, faça um monte de reuniões, levantamentos, gaste muito tempo e dinheiro. Até que chega um belo dia que o “super decisor” aparece com a decisão mágica, que ele provavelmente já sabia desde o primeiro minuto. Já presenciou algum acontecimento como esse?

5 – Falta da gestão de “milestones”

Muitas decisões não são tomadas, porque as pessoas simplesmente esquecem que precisavam tomar. Você, por exemplo, pede cotação de preço de alguma coisa, vai recebendo as propostas por email ao longo dos dias e vai tocando a vida. Muita gente se esquece do que tinha pedido, como não tinha nenhuma “urgência”, vai arrastando o assunto e a decisão não é feita. Colocar uma tarefa de quando deve ser a decisão ajuda a limitar o tempo e por consequência realizar a decisão.

6 – Preguiça

E por último, mas não menos incomum, temos a famosa preguiça Vamos deixando. E em muitos casos a decisão não é tomada. Só que não tomar nenhuma decisão, já é uma decisão: a de negligenciar. Coisa que infelizmente nosso País está meio de saco cheio, não é verdade?

Como ter um dia a mais no seu mês de verdade?

Você já pensou o que poderia fazer se tivesse 24h (um dia inteiro) a mais no seu mês? Sem dúvida esse é um sonho de muita gente, mas será que é possível ter um mês de 32 dias? Será que qualquer pessoa pode fazer isso? Antes de provar para você que dá para fazer, vamos ver o que você poderia fazer se tivesse 1 dia a mais no mês:

  • Fazer um esporte 3X na semana (12h no mês)
  • Estudar inglês ou espanhol 2x por semana (8h no mês)
  • Assistir dois bons filmes no mês ou ler um livro (4h)
    • Total: 24 horas

Citei esses quatro exemplos, pois foram as coisas que as pessoas mais falaram quando fiz a pesquisa para o livro Equilibro e Resultados, perguntando o que as pessoas mais adiam na sua vida. As três coisas que lideram o ranking da pesquisa são: esporte (67%); leituras (63%) e aprender outro idioma (44%). Percebe como negligenciamos o tempo para nós mesmos?

Para você ter esse tão sonhado dia adicional, não é preciso cortar nada. Aliás, se você for com muita sede ao pote, cortando as coisas, você não vai conseguir manter e ainda vai sair frustrado no processo. A estratégia para isso é aprender a diminuir, de forma quase que imperceptível e sútil.

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Escolha três atividades na sua rotina que você sabe que tem gordura para cortar e vamos aplicar uma pequena redução de 15 minutos diários nesses itens e três minutos adicionais de qualquer outra coisa. Isso dá por dia 48 minutos, no mês 1440 minutos ou 24h exatamente!

Porém, dá onde podemos cortar? Acredite e foque que sempre é possível cortar, sempre tem gordura, sempre tem formas de fazer diferente. Existem diversos lugares para fazer essa redução, vou citar alguns exemplos, que podem se aplicar a você:

  • Reduzir 15 minutos diários seu acesso às redes sociais (Facebook, twitter, instagram, etc)
  • Reduzir 15 minutos diários seu tempo na televisão
  • Reduzir 15 minutos diários o tempo gasto jogando
  • Reduzir 15 minutos diários o tempo em reuniões
  • Acordar apenas 15 minutos mais cedo ou dormir 15 minutos mais tarde (ou 7 minutos para cada lado)
  • Reduzir em 15 minutos o tempo no trânsito em horários ou caminhos alternativos
  • Dizer não a uma tarefa desnecessária por dia
  • Reduzir o tempo gasto com e-mails

Existem centenas de oportunidades diárias para fazermos pequenas reduções. Você precisa escolher apenas 3! Se você pegar o exemplo das redes sociais, com televisão e acordar apenas 15 minutos mais cedo você já tem 1 dia todinho só para você. Se você quiser ir além, ai um curso de administração do tempo pode ajudar também a complementar. Simples não? O que te impede de começar agora a reduzir seus 15 minutos?

Eu sempre digo que o problema das pessoas não é a falta de tempo, é uso errado do tempo que já temos disponível. Quando pequenas coisas, como as que citei anteriormente, se tornam perceptíveis no nosso dia a dia, fica mais fácil de usar bem o tempo! Pense nisso.