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9 Sinais que você está vivendo uma vida que não queria

Sabe o que mais tem no mundo? Gente infeliz com o que está fazendo da vida. Gente apenas sobrevivendo ao invés de viver de verdade. Gente que nunca vai conseguir ter tempo de verdade, pois não há um verdadeiro motivo para se ter mais tempo. Essa foi uma semana de encontrar gente nesse estágio da vida, dura realidade, mas cada vez mais comum. Será que você está nesse estágio? Veja alguns sinais que podem indicar isso.

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1 – Segunda-feira é um martírio

Quem acorda na segunda-feira, imaginando que está indo para um velório, sem qualquer disposição de fazer acontecer, tem um dos sintomas clássicos da sobrevivência.

2 – Reclama sem saber o porque

Tudo tá chato? Tudo é um saco? Sem vontade de fazer muita coisa? Você “bufa” várias vezes por hora com aquelas coisas que aparecem no meio do seu dia? Se você está reclamando de tudo, a toda hora, para todo mundo, você está no caminho de se tornar um “walking dead” (zumbi da vida).

3 – O dia não acaba com aquela vontade de quero mais

Sabe quando seu dia termina, você está tão cansado, esgotado e ainda tem um monte de trabalho para ser feito? Será que você sente aquele tesão de fazer um pouco mais, de tanto que gosta do que está fazendo ou não vê a hora de sair pela porta? (eu não estou dizendo que é para fazer cansado, trabalhar amis, estou só perguntando se dá a vontade..)

4 – Faz mais coisas pessoais no trabalho que profissionais

Você chega no trabalho, começa a tocar o dia, daqui a pouco começa uma preguiça e ai você começa a procurar coisas sobre seu TCC, faz coisas do seu trabalho extra, procura da sua próxima viagem, etc. Fazer coisas pessoais durante o trabalho não tem problema, se forem no tempo certo e no tamanho do bom senso. Agora quando toda hora você foge para o pessoal, ai tem algo errado.

5 – Vive procurando outras oportunidades de emprego

Você vive nos sites de emprego mandando seu currículo e buscando outras oportunidades? Esse é um outro sintoma de que algo está errado com a oportunidade atual. Querer melhorar é natural do ser humano, mas será que você tem um foco específico para isso ou está aleatoriamente buscando algo diferente?

6 – Sem tempo pessoal de qualidade

Há quanto tempo você não faz algo realmente de qualidade para você mesmo? Seu tempo pessoal é prioridade ou é raridade? Pessoas que sobrevivem não conseguem encaixar muito prazer na agenda, são apenas levadas pelo grupo em eventos sociais, mas algo que goste de verdade fica em segundo plano.

7 – Sensação de que está faltando algo

Pessoas que estão sobrevivendo, vivem com a sensação de que precisam de algo diferente, mudar a vida, dar a guinada, fazer sucesso de verdade. É um pensamento que vai e volta constantemente mas sem muitas respostas práticas.

8 – Ausência de desafios

Quem não tem um grande desafio para sua vida, algo que realmente motive de verdade, acaba entrando nesse ciclo de sobrevivência. Esse objetivo pode ser algo profissional como um novo projeto, uma meta desafiadora ou algo pessoal, como um curso, uma certificação, um empreendimento, etc.

9 – Foco no presente, futuro incerto.

Esse é um conceito para um artigo sozinho, mas o resumo é que muitas pessoas só conseguem enxergar o hoje e nem querem imaginar o que será amanhã. Vivem o presente até esgotá-lo sem criar um futuro que permita uma vida plena. A vida está tão no automático que essa construção do amanhã não é muito levada em consideração.

Quantos dos sintomas acima estão na sua vida? Se forem mais de 3 ligue o farol amarelo, se forem mais de 5 você está no farol vermelho e precisa fazer algo urgente por você. Estou preparando um conteúdo gratuito para ajudar você a sair do lugar que vou lançar no começo do ano. Se quiser participar deixa seu e-mail aqui e já aproveita para assistir esse vídeo de planejamento de ano novo que tem várias dicas para começar a viver ao invés de sobreviver.

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Você é um ladrão de tempo?

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Algumas pessoas não percebem, mas tempo é a coisa mais importante que podemos dar pra alguém. Tempo cria tudo! Você gostaria de ter mais tempo com aquele professor fantástico que fez você ver uma realidade diferente. Você queria ter mais tempo para viver aquela paixão. Você queria ter mais tempo para fazer dinheiro. Você queria ter mais tempo com aquele familiar que já se foi. Você queria dar mais tempo para você mesmo.

Com isso fica a pergunta: que direito temos de roubar o tempo do outro? Quem nos deu o poder de tirar o direito do outro de ter tempo?

Isso vale para os líderes que insistem em fazer reuniões intermináveis com suas equipes para falar o que todos já sabem e não chegarem a nenhuma decisão.

Isso vale para o cara da equipe que deixa tudo para última hora, gera urgência e rouba o tempo da academia do coitado que vai resolver a urgência.

Isso vale para o cara que não diz para a menina nem sim, nem não e deixa ela esperando uma eternidade por ele.

Isso vale para você mesmo, que rouba seu tempo com coisas desnecessárias, deixando as coisas realmente importantes de lado.

Não seja um ladrão do tempo alheio. Não colabore para esse cenário. Seja criterioso ao usar o tempo de alguém:

  • Antes de agendar a reunião, veja se é realmente essencial, se não há outra forma de solução. Se realmente for necessária, seja objetivo, seletivo com os participantes e tente manter o tempo de duração abaixo dos 50 minutos.
  • Planeje melhor duas atividades pensando em antecipar as coisas para não prejudicar o tempo de ninguém
  • Tome decisões. Fáceis, difíceis ou complicadas! Decidir liberta, só requer um pouco de coragem.

Reflita sobre isso. Compartilhe com seus colegas. Afinal, quanto mais pessoas entenderem a mensagem, mais tempo teremos, não é verdade?

6 sintomas que você está sacrificando sua vida pelo trabalho

Que muita gente não tem tempo a gente já sabe. O problema é quando as pessoas sem tempo, começam a sacrificar sua vida em busca de algum resultado (que na maioria das vezes nem ela sabe o que é). Quando a vida se torna frenética, deixamos de lado o ato de viver e adotamos o ato de correr como padrão. Selecionei seis sintomas clássicos das pessoas que estão sacrificando demais, na busca de algo. Se você tiver três desses sintomas é o momento de repensar seu tempo. Se tiver quatro ou mais é realmente a hora de dar um basta. Procure um coach, um curso de produtividade pessoal, peça ajuda de familiares ou invista em hobbies. Pequenas coisas podem ajudar muito a mudar esse estilo de vida.

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1 – Ansiedade e Estresse

Existem pessoas que vivem estressadas e ansiosas mesmo quando não estão trabalhando, em momentos familiares ou de lazer. O estresse do trabalha, a falta de tempo não deixa a pessoa se desligar dos problemas e esses momentos pessoais acabam não sendo produtivos.

2 – Esporte se torna miragem

Quando a pessoa está sem tempo uma das primeiras coisas que ela começa a adiar é seu tempo para a prática de esportes. É mais fácil deixar de ir na academia do que dizer não para aquele trabalho de última hora. Só que ai entramos na síndrome de Tostines: a pessoa fica mais improdutiva porque não faz esporte ou ela não faz esporte porque sua produtividade não libera esse tempo?

3 – Leitura para decoração

A quantidade de livros comprados e estacionados na estante aumenta muito quando a pessoa está sem tempo. Não pelo fato de que ela não seja capaz de encaixar quinze minutos diárias para leitura, pois isso todo mundo consegue, mas porque ela está tão cansada de uma rotina exaustiva que não sobra energia para qualquer outra coisa.

4 – Perda na qualidade dos relacionamentos

Isolamento é uma palavra forte, mas ele existe em diversos degraus quando comprometemos nosso tempo pessoal. No começo, são os happy hours que você deixa de ir porque estava em reunião, depois os aniversários porque você está sem pique, depois o jantar com a namorada vira opcional e quando você dá conta, ninguém te convida para mais nada, nem nos e-mails da galera você é mais copiado. Você começa a sentir que está sendo colocado de lado e a resposta é avançar degraus nesse isolamento.

5 – Estranho no Lazer

No final de semana, nas emendas, nas férias você se sente um estranho no ninho? Como se tivesse culpa de não estar fazendo nada? Fica com vergonha de estar na fila do cinema no mesmo shopping que a equipe vai almoçar, quando está de folga? Se o lazer traz um pouco de culpa, sentimento de falta ou de que precisa de algo mais, aqui temos mais um sintoma que você está sacrificando sua vida pelo resultado.

6 – Disponibilidade Total

Outro sintoma clássico das pessoas que “trabalham para viver” é a incapacidade de desligar: os avisos de chegada de e-mails, colocar o celular no silencioso, avisos de whatsup, etc. Coisas estranhas se tornam normais: responder e-mails por volta das 23h, fazer um skype com seu chefe na sua cama ou pensar nas tarefas de amanhã enquanto está fazendo sexo. Coisas desse tipo são perfeitos sintomas que você se tornou escravo da vida. Quando você se torna a pessoa sempre disponível, pronta para qualquer coisa a qualquer hora, sempre em estado de alerta, é o momento de realmente repensar, pois você ficou indisponível para você mesmo!

2014: Vai faltar tempo e dinheiro?–Palestra Online

Ano que vem com certeza será um ano atípico como raramente tivemos nesse País. Teoricamente teremos no ano 253 dias úteis. Porém com eventos como a Copa e Eleições pode ter certeza que dias úteis de fato serão menos.

Provavelmente para resolver problemas de mobilidade urbana, teremos “feriados” durante os jogos para evitar trânsito. As empresas vão evitar ao máximo, eventos, reuniões ou treinamentos durante esses períodos mais críticos.

Se já falta tempo para as pessoas com um ano com todos os dias úteis, imagina como será o próximo ano. Nunca se fez tão necessário saber escolher o que realmente precisa ser feito e aquilo que simplesmente não dá e precisa sair da lista.

Todas as empresas, executivos e colaboradores precisam pensar em 2014 com esse espírito de seleção e prioridade. Pois será a única forma de fazer o ano render sem tantos percalços. Pare e discuta o que realmente será importante, quando chegar a um consenso corte um pouco dessa lista. É melhor ser pessimista nesse caso e concluir do que ser otimista e morrer de urgências.

Fora isso ainda tem um cenário na economia que não parece tão favorável. Com juros, inflação e cambio em alta. Tempo e dinheiro serão fatores determinantes no próximo ano. Tenho ouvido muita gente falar sobre seus planos financeiros para 2014, só espero que não vire uma promessa de ano novo.

No dia 10/12 às 19h, o meu amigo e sócio, Gustavo Cerbasi, autor de dezenas de livros sobre finanças entre eles Casais Inteligentes Enriquecem Juntos, fará uma palestra online gratuita no eprodutivo. Se quiser participar e ouvir algumas dicas para usar bem seu dinheiro em 2014, basta se registrar nesse link: http://bit.ly/18OQ9VJ

E que venha 2014!

Trabalhar poucas horas na semana é possível?

Recebi essa pergunta por e-mail semana passada e achei interessante de escrever sobre, pois é algo que tem se tornado uma questão comum. A resposta para essa pergunta depende do seu nível de coragem.

Não é possível trabalhar poucas horas na semana se você estiver com o “mindset” de “carteira de trabalho”. O trabalho tradicional não permite você ter um estilo de vida, onde você trabalhe poucas horas na semana. E tão pouco o empreendedorismo tradicional que na verdade cria um trabalho tradicional.

Acho que o primeiro passo para criar uma nova forma de trabalho é definir, o quanto é suficiente de ganhos mensais para você ter uma vida confortável, com espaço para investimentos e correr alguns riscos. Chegando nesse número, aumente em 30% essa quantia. Afinal, temos a tendência de subestimar nossos gastos e superestimar nossas economias, o que na prática se mostra totalmente errado.

Feito isso você precisa achar um nicho de mercado, com base em sua expertise ou até algo novo que possa adquirir conhecimento, que permita gerar essa renda com poucas horas por semana. E não precisa ser político para fazer isso acontecer. A questão não é trabalhar muito, até a última gota de suor, mas trabalhar de forma mais inteligente e com outro ritmo.

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Cada vez que eu volto dos EUA, vejo o quanto esse mercado de “trabalho reduzido” está crescendo. Nesta viagem, conheci uma mulher, que saiu da agência de marketing que trabalhava e decidiu fazer apenas trabalhos avulsos. Ela reduziu sua carga horária para 20 horas semanais e consegue faturar mais do que quando trabalhava na empresa.

Eu tive um funcionário há um tempo atrás que largou a área de vendas de software para ser instrutor de mergulho alguns dias na semana em Búzios. Tem casos e mais casos de pessoas que ganham dinheiro com blogs, comissão de produtos, trabalhos criativos, infoprodutos, investimentos, etc. O MercadoLivre é nosso cliente e ouvi historias de pessoas que ganham muito dinheiro, muito mesmo, só fazendo vendas pelas Internet sem sair de casa.

Possível é, mas não é para todos. A segurança da carteira de trabalho é dura de vencer. Outras pessoas simplesmente não tem esse estilo. Eu por exemplo, gosto de trabalhar, gosto de ter a empresa, funcionários, os desafios, os problemas e os concorrentes. É uma adrenalina que eu curto.

Identifique seu perfil, ache um nicho de mercado, desenvolva um bom produto com uma boa estratégia. Teste a ideia com a segurança do seu trabalho, a hora que sentir que pode dar o próximo passo, procure estratégias para automatizar ao máximo o negócio (vendas, atendimento, faturamento, suporte) e tome coragem! Se você não tentar como vai saber se poderia ter dado certo?

Deixe seu comentário sobre esse tema, se tiver bastante interesse vou voltar nesse tema com mais detalhes.

Até a próxima!

O Sedentarismo e o impacto na sua Saúde

    Na antiguidade os sedentários eram aqueles que migraram de um padrão nômade de vida para um local fixo de acampamento. Isso se deve, em parte, ao avanço das técnicas de agricultura e pecuária. Graças ao sedentarismotivemos a formação de vilas, cidades e outros tipos de comunidade.

    O mesmo padrão de comportamento está acontecendo nos dias de hoje. Com um estilo de vida cada vez mais “conectado”, não precisamos mais sair do sofá para ter entretenimento, não precisamos visitar os amigos para falar com eles, podemos pedir pizza ao invés de ir à pizzaria, deixamos de bater perna e compramos uma geladeira pela Internet. Conectamo-nos ao mundo e nos desconectamos da nossa saúde, do movimento, do esporte.

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    Esse estilo de vida, “bunda” na cadeira, está matando muita gente. Uma pesquisa publicada em 2012 pela revista médica Britânica Lancet, afirma que a falta de exercícios vem causando tantas mortes quanto o tabagismo. A inatividade mata uma em cada dez pessoas no mundo, com doenças cardíacas, diabete e câncer de acordo com o estudo.

    No estudo que fiz para o livro Equilíbrio e Resultado, as pessoas afirmaram que a atividade mais adiada são os exercícios físicos, apontado por 67% das mais de 3 mil pessoas que responderam a pesquisa. O pior é que 53% das pessoas afirmam que também adiam cuidados com a saúde.

    Por que estamos vivendo de forma tão destrutiva? Sem dúvida a falta de tempo e a preguiça são as maiores desculpas para a atividade física não acontecer. Eu tenho pensado muito sobre isso, em como ajudar pessoas a saírem do lugar e terem uma vida com mais qualidade. Eu vivo isso, atualmente, em minha família. Meu pai, depois de um surto de pressão alta, começou a se preocupar mais com a saúde, seus esforços estão começando e ele se propôs a andar na esteira alguns dias na semana.

    Minha sogra é um exemplo, ela se juntou com um grupo de senhorinhas (ela vai me matar por isso) e começou a ir à “ginástica da saudade” na praia. É um processo cíclico, pois ela vai, faz amizades, por consequência essas amizades cobram que ela vá. Quando ela vai se sente melhor e aí não larga mais. A coisa deu tão certo que até na academia ela se matriculou para complementar a praia. É outra sogra. Mais disposta, alegre, não reclama de ir comprar a carne do churrasco. A mudança é visível! O esporte ativa tantas áreas cerebrais e dispara tantos hormônios positivos em nosso corpo que só pode ter bons resultados.

    Há algum tempo, escrevi esse post, dando dicas de como começar um esporte na sua vida, abordando inclusive sobre o que fazer para os que acham que não têm tempo. Eu considero a estrategia da minha sogra bastante efetiva. Encontrar um grupo que estimule a sua disciplina na prática esportiva pode ser a diferença entre a saúde e o sedentarismo.

    Pare para pensar nesse assunto, não espere o momento certo para começar a se mexer, o momento certo é um mito. Se não tem tempo, comece a andar no fim de semana com a família ou amigos. O primeiro passo é ter uma comunidade e que essa comunidade ajude você a fazer o que deve ser feito, é basicamente o processo dos sedentários da antiguidade, só que dessa vez por uma boa causa.

A Atitude do Presidente na Produtividade da Empresa

SeleçõesOntem tive a oportunidade de entrevistar para o Agenda do CEO, o Luis Fichman, que é presidente da Readers Digest Brasil, empresa global que publica entre outras coisas a revista Seleções (a revista mais lida no mundo) e atua em outras dezenas de segmentos.

O Luis é um CEO diferenciado, ele tem um foco em ajudar a empresa de ponta a ponta a ter mais tempo para o que é realmente importante. Ele por si próprio, é um exemplo de resultados e equilíbrio. Toca a operação no Brasil, interage com seus pares de outros países, faz esporte e faz questão de estar com a esposa e as filhas.

Na entrevista, que sai no mês que vem (abril/12) na Revista Você S/A e no portal, ele tocou em dois pontos que quero antecipar aqui no blog:

1- “se eu vejo que uma área está sobrecarregada, sempre na hora extra, as pessoas sem tempo, é meu dever e da empresa ajudar esse time”

Quantos gestores se escondem atrás da máquina corporativa e não tem coragem de lidar com problemas específicos, ou pior, culpam o time pelo problema ou não tem coragem de trocar pessoas deficitárias. O Luís foi categórico em afirmar que se a área tem um problema, ele tem um problema e é seu dever ajudar o time a ter mais tempo para executar a estratégia da empresa.

2 – “se 90% do dia das pessoas é luizreadersimprevisível e apenas 10% previsível tem algo errado na empresa”

Quantas vezes você ouve aquela famosa frase “nosso dia-a-dia é muito imprevisível para ser planejado!” ? Claro que tem áreas que são mais imprevisíveis que outras, como por exemplo varejo, editorial (no caso da Readers Digest), mas na visão do Luis (e na minha também) é sempre possível ser mais previsível e ter uma boa parte do tempo planejado. Se tudo realmente é urgência na área, tem algo errado, no processo, na gestão, no líder, na equipe, no excesso de prioridades ou em sistemas. Não dá para tirar todas as urgências, mas um líder produtivo sabe que elas podem ser minimizadas, com as atitudes corretas.

Eu fiquei impressionadíssimo com a visão produtiva que o Luís dá para a empresa, a forma como se preocupa com a qualidade de vida das pessoas, do bem estar individual e da produtividade coletiva. Quando você ver a entrevista vai ter vontade de trabalhar com ele!

Fique ligado no meu Facebook e no meu twitter que assim que tivermos o vídeo editado vou avisar por esses canais! Vale muito a pena investir seu tempo para ver esse exemplo e compartilhar com seus líderes.

Enquanto o vídeo do Luis não for publicado, aproveite para assistir outros CEOS no Agenda do CEO. Se seu presidente é um case interessante para o programa, veja se ele quer falar comigo e manda uma mensagem com os contatos!